sábado, 24 de dezembro de 2011

Jesus e papai noel

Papai Noel mora no Polo Norte...
Jesus, em todo lugar...
...Papai Noel anda num trenó...
Jesus voa no vento e anda sobre as águas.

Papai Noel vem somente uma vez ao ano.
Jesus está sempre presente.

Papai Noel enche nossas meias com presentes...
Jesus supre todas as nossas necessidades.

Papai Noel desce pela chaminé sem ser convidado...
Jesus fica na nossa porta, bate e entra em nosso coração.

Nós temos que esperar numa fila para ver Papai Noel...
Jesus já está próximo quando se menciona Seu nome.

Papai Noel nos deixa sentar no seu colo...
Jesus nos deixa descansar em Seus braços.

Papai Noel não sabe nosso nome,
tudo o que ele pode dizer é:
"Olá garotinho ou garotinha, qual é o seu nome"?...
Jesus sabia nosso nome antes mesmo de nós o sabermos.
Ele sabe não só o nosso nome,
Ele conhece nossa história e futuro e ainda
Conhece nosso coração e
quantos fios de cabelo temos em nossa cabeça.


Papai Noel tem uma barriga que balança como gelatina...
Jesus tem um coração cheio de amor, graças,
misericórdia e perdão.


Tudo que Papai Noel pode oferecer é:"HO, HO, HO"...
Jesus diz: "Deixe que eu resolvo seus problemas".

Os ajudantes de Papai Noel fazem brinquedos...
Jesus faz vida nova, consola nosso coração aflito,
repara lares destruídos e constrói esperanças.


Papai Noel pode fazer-nos um agrado mas...
Jesus nos dá alegria com Sua força.

Enquanto Papai Noel coloca presentes sob nossa árvore...
Jesus tornou-se nosso presente e
morreu na cruz por todos nós.


É claro que não há comparações.
Nós devemos lembrar "Quem é" o Natal, na verdade.

Devemos recolocar Cristo no Natal,
Jesus ainda é a razão da comemoração.

Jesus é o melhor,
Ele é melhor do que Papai Noel.

Auto de Natal em Bananeiras

Ontem (23) na cidade de Bananeiras teve início mais uma vez o Alto de Natal.



Um espetáculo de aproximadamente duas horas. 
O ponto alto foi a apresentação do nascimento de Jesus - Da anunciação do Anjo Gabriel a jovem Maria até a perseguição de Herodes as crianças de até 02 anos. 
Apresentação bíblica à moda folclórica.
Parabéns aos organizadores e a todos os atores voluntários.


Lembramos aos católicos que hoje haverá missa em Solânea e Bananeiras às 21h.
Mais importante do que uma peça teatral é a participação da santa Missa.

Origem do natal Cristão

A Igreja nos primeiros séculos conhecia uma festa: o dia da Ressurreição do Senhor, ou seja, a Páscoa anual. A celebração dos demais mistérios de sua vida surgiu no decorrer da história. Assim, no século IV, devido às heresias cristológicas, cujas discussões giravam em torno da Encarnação do Verbo (Jesus), e às práticas idolátricas-pagãs de alguns cristãos que cultuavam o sol como deus, a Igreja começou a associar Jesus Cristosol de justiça” (Ml 3,20) e “luz do mundo” (Jo 8,12) com a festa do “deus sol invencível (Natale Solis invictus), introduzida pelo imperador Aureliano no ano de 274 para todo o Império, em honra do deus-sol sírio de Emesa e fixada no solstício de inverno, ou seja, 25 de dezembro[1] celebrada pelos pagãos de Roma e do Egito em 06 de janeiro. “A ocasião foi propiciada pela necessidade de afastar os fiéis das celebrações pagãs e idolátricas do sol invicto que ocorriam no solstício de inverno.”[2] Certamente a festa do nascimento de Jesus associada à festa do renascimento do sol era motivo de união no Império romano, pois os fiéis dos dois cultos paravam para a celebração anual de suas festas. A festa do nascimento de Jesus imunizou os cristãos da força de atração da festa pagã.
Seguindo essa hipótese, a atual festa de Natal deriva da festa romana do deus sol, não em relação ao conteúdo, mas quanto à data, devendo a ela o impulso decisivo. O conteúdo primitivo da festa do Natal é a encarnação do Homem-Deus, sua manifestação na carne, ou seja, seu nascimento.
Atualmente o “tempo do Natal vai das primeiras vésperas do Natal do Senhor ao domingo depois da Epifania ou ao domingo depois do dia 06 de janeiro.”[3] A Epifania é a festa da manifestação do menino-Deus ao mundo, às pessoas dos reis magos provenientes de culturas diferentes. A exemplo da Páscoa, o Natal também tem uma semana chamada de oitava. Ela vai do dia 25 de dezembro até a festa da Sagrada Família de Jesus, Maria e José, o modelo da vida familiar dos cristãos, celebrada no domingo dentro da oitava ou no dia 30 de dezembro.



[1] Cf. Adam, Adolf. O ano litúrgico, p. 122.
[2] Cf. Bergamini, Augusto. Ano litúrgico. In: Sartore, Domenico; Triaca, Achille M. Dicionário de Liturgia, p. 59.
[3] Normas universais sobre o ano litúrgico e o calendário, n. 33.


A oração no Natal: alguns elementos

Natal é a festa em que os cristãos comemoram o nascimento de Jesus Cristo, o Messias e Salvador. Trata-se por excelência duma festa da Luz. Esta característica está bem evidenciada nas próprias orações, assim como a expressão da certeza de que o nascimento ilumina a vida daqueles que o esperavam. Segue a oração da missa da Aurora celebrada no dia de Natal: “Ó Deus onipotente, agora que a nova luz do vosso Verbo Encarnado invade o nosso coração, fazei que manifestemos em ações o que brilha pela em nossas mentes” (MR p. 153). É também interessante apresentar a antífona de entrada desta mesma missa: “Hoje surgiu a luz para o mundo: O Senhor nasceu para nós. Ele será chamado admirável, Deus, Príncipe da paz, Pai do mundo novo, e o seu reino não terá fim” (MR p. 153). Trata-se da cristianização da festa da luz que existia na cultura romana e a expressão do profundo sentido teológico e espiritual do mistério de Cristo.
Côn. José Carlos, crl





quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

o verdadeiro sentido do natal

"Estamos no Advento. Tempo de preparação para o Natal. A Igreja cuida em preparar cada um de nós para viver plenamente o mistério da Encarnação do Verbo, concebido virginalmente por Maria Santíssima, e da vinda salvadora de Jesus. Nenhuma outra atividade deveria ser obstáculo para o nosso encontro com Jesus.
No entanto, somos constantemente estimulados ao consumo exagerado. As propagandas, as vitrines, as lojas, as luzes, o Papai Noel. enfim, tudo é apresentado de modo como se a felicidade estivesse condicionada unicamente ao ter. É claro que não há nenhum mal em dar e receber presentes. Isto é uma forma de demonstrar carinho e gratidão a quem a gente gosta. O perigo está em reduzir o Natal apenas a uma festa comercial, em que somente é feliz quem pode comprar e ter mais. Esquece-se o verdadeiro significado que deve ter a preparação do Natal.
Mas, afinal, o que o Natal deveria ser?
Deveria ser a lembrança viva que o Filho de Deus assumiu a condição humana e veio habitar entre nós, para trazer a Salvação a todos. Somente em Jesus encontramos a verdadeira alegria e experimentamos o amor infinito de Deus por nós. "Tanto Deus amou o mundo que lhe deu seu Filho Único" (Jo 3,16). Deveria ser oportunidade de conversão para uma vida nova. Tempo de praticar mais a solidariedade e o amor ao próximo.
Este é o verdadeiro espírito natalino! Se conseguirmos vivenciar este espírito, com certeza, teremos um Natal feliz, repleto de paz e amor.
Feliz e Santo Natal a todos!"
Dom Raymundo Damasceno Cardeal Assis, Arcebispo de Aparecida

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Dois anos de sacerdócio

Hoje retornei a Santa Fé para agradecer a Deus pelos dois anos de ordenação sacerdotal. Na verdade, posso me considerar um neo-sacerdote diante de D. José Maria Pires que completa 70 anos de ordenação. Um aprendiz diante de um mestre.
Louvado seja Deus porque em todos os tempos e lugares continua lançando o chamado: "Vem e segue-me".


Vídeo do dia da minha ordenação:
http://www.youtube.com/watch?v=LsptQgirVi4&feature=related

Côn. José Carlos de Góis, crl

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Jubileus sacerdotais em Santa Fé

Na tarde deste dia (19.12.2011)  muitos se fizeram presentes em Santa Fé - Solânea-PB - para missa dos jubileus de 70 anos de sacerdócio de D. José Maria Pires - arcebispo emérito da Paraíba; Bodas de ouro (50 anos de sacerdócio) de : Mons. Luis Pescarmona, Mons. Antônio Apolinário e Pe. Geraldo.
   

 Fiéis de vários estados e até nacionalidades estavam presentes para prestigiar, sobretudo, o arcebispo emérito.
As 15h foi inaugurado o museu dedicado a Pe. José Comblim com a benção dada por D. José Maria Pires, na presença de outros bispos, sacerdotes, diáconos, religiosas e fiéis.
D. José usou a túnica que pertenceu ao Pe. José Complim
Por volta das 16h teve inicio a santa missa presidida por D. José e concelebrada pelos demais bispos e padres de várias dioceses.
D. José concluiu sua homilia dizendo que o pastor não tem horário estabelecido para atender suas ovelhas. Em todo horário precisa atender quem lhe procura, seja de dia, seja de noite.
 Pe. Cristiano, D. José e Pe. Geraldo



Aos que completaram jubileus sacerdotais - os nossos parabéns.


As fotos da missa são de autoria de José Pedro (Bananeiras)

sábado, 17 de dezembro de 2011

Bispo recusa comenda e impõe constrangimento ao Senado Federal

> Num plenário esvaziado, apenas com alguns parlamentares, parentes e amigos do homenageado, o bispo cearense de Limoeiro do Norte, Dom Manuel Edmilson Cruz, impôs um espetacular constrangimento ao Senado Federal, ontem.


Dom Manuel chegou a receber a placa de referência da Comenda dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara das mãos do senador Inácio Arruda (PCdoB/CE). Mas, ao discursar, ele recusou a homenagem  em protesto ao reajuste de 61,8% concedido pelos próprios deputados e senadores aos seus salários.
“A comenda hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi
Dom Hélder Câmara. Desfigura-a, porém. De seguro, sem ressentimentos e
> agindo por amor e com respeito a todos os senhores e senhoras, pelos quais
> oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la”.
>
> O público aplaudiu a decisão. O bispo destacou que a realidade da população mais carente, obrigada a enfrentar filas nos hospitais da rede pública,  contrasta com a confortável situação salarial dos parlamentares. E
acrescentou que o aumento “é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao
cidadão contribuinte. Fere a dignidade do povo brasileiro que com o suor de seu rosto santifica o trabalho diário.


Veja o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=ZNuFlHAWwxo

Viver ou Juntar Dinheiro? - Por Max Gehringer

Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários. Lá vai:
 "Prezado Max meu nome é Sérgio, tenho 61 anos, e pertenço a uma geração azarada. Quando eu era jovem as pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios, agora me dizem que tenho de escutar os jovens porque são mais inteligentes.
 Na semana passada eu li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa. Aprendi por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado peguei um papel e comecei a fazer contas, e descobri pa ra minha surpresa que hoje eu poderia estar milionário. Bastava eu não ter tomado os cafés que eu tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei, e principalmente não ter desperdiçado meu dinheiro, em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária. É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas se tivesse sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto feliz em ser pobre.
Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje com 61 anos não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde, portanto viajar, comer pizzas e cafés não fazem bem na minha idade, e roupas hoje não vão melhorar muito o meu visual! E recomendo aos jovens e brilhantes executivos, que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida". No mínimo, para pensar...
"Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço"
'A vida é muito curta, apenas por isso curta ela e seus amigos. '

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Arvore de natal nordestina

No sitio Palmas de Solânea foi fotografada esta árvore que poderia ser a árvore de natal do Nordeste.
Sabemos que o pinheirinho se tornou árvore símbolo do natal por conta da sua resistência ao frio no Hemisfério Norte - especialmente nesta época natalina onde a temperatura costuma ser abaixo de zero grau. Diante do frio que acaba com o verde das demais árvores - o pinheiro se mantém verde, símbolo da vida.
Nós, ao contrário, estamos no Hemisfério Sul e não diz nada pinheirinho nessa época.
Em vez de frio abaixo de zero grau temos calor que gira em torno dos quarenta graus e, certamente, o pinheiro em nossa terra morreria    e se tornaria símbolo da morte e não da vida. 
Símbolos da vida para nós são as árvores resistentes à seca como, por exemplo,  a algaroba e o juazeiro. Elas são verdes o ano inteiro - seja na chuva, seja na mais terrível seca.
Elas são símbolo de vida onde tudo parece que morreu.
Detalhe:
Veja uma mata à direita da foto - cujas folhagens estão secas ou secando. As plantinhas verdes na frente e à esquerda da Algaroba são as "algarobinhas", suas filhas.

Planta benéfica ou vilã? Entre esses dois extremos tem se dividido as opiniões sobre a presença da algaroba no ambiente semiárido. A espécie produz madeira de qualidade para estacas, carvão e uso em fornos industriais, bem como vagens para a produção de forragem, e farinha para alimentação humana. A espécie também possui uma estrutura biológica que ajuda na fixação do nitrogênio ao solo e na recuperação de áreas degradadas. Por outro lado, se mal manejada, a algaroba, por ser "extremamente agressiva", é capaz de "invadir" habitats naturais e inibir a regeneração das espécies de caatinga, reduzindo a biodiversidade vegetal do bioma. 
http://www.cpatsa.embrapa.br/imprensa/noticias/projeto-da-embrapa-vai-definir-manejo-para-evitar-invasao-da-algaroba-no-ambiente-semi-arido/

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Confraternização do Grupo Filhos da Divina Misericórdia

O grupo - Filhos da Divina Misericórdia - se encontrou na noite do dia 14 para missa na capela conventual dos Cônegos Regulares Lateranenses e, logo a seguir, confraternização e amigo secreto.
A confraternização terminou na praça da Cidade com a visita ao natal Luz.
 





quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A oração de Jesus

 O Papa falou da oração de Jesus em suas obras milagrosas, como no caso da cura de um surdo-mudo ou da ressurreição de Lázaro que lemos nos Evangelhos.
Neles, vemos como o Senhor se comove e se faz portador da pena da pessoa afligida. A primeira iniciativa de Jesus é pedir ao Pai que faça valer sua ação benéfica. Assim, a compaixão por quem sofre provoca a súplica a Deus, que cura através da sua força sanadora. Deste modo, Jesus manifesta sua relação singular com o Pai. E ilumina também a importância de nossa oração de súplica, pois consiste antes de tudo em depositar o caso com confiança nas mãos de Deus, capaz de superar qualquer limite humano, testemunhando sua presença entre nós, conscientes de que, em qualquer situação, o dom mais precioso quando O invocamos é sua amizade, seu amor infinito por cada um.

"Queridos irmãos e irmãs. No Evangelho, vemos Jesus rezar ao Pai do Céu, antes de realizar os milagres. Assim acontece na cura de um surdo-mudo, como ouvistes ler no princípio da Audiência: «erguendo os olhos ao Céu», Jesus entra em relação com o Pai, que atua através d’Ele. A força que curou o surdo-mudo foi certamente provocada pela compaixão pelo doente que Jesus quer ajudar, mas provém do seu apelo ao Pai. Temos um exemplo ainda mais claro na ressurreição de Lázaro: diante do túmulo, Jesus «erguendo os olhos ao céu, disse: “Pai, dou-Te graças por Me teres atendido”» (Jo 11, 41). Sabemos assim que, desde quando soube do amigo gravemente doente, Jesus não cessou um momento sequer de pedir pela sua vida. Esta oração continua e reforça a união de Jesus com o seu amigo Lázaro e, ao mesmo tempo, confirma a sua decisão de permanecer em comunhão com a vontade do Pai, com o seu plano de amor que previa a doença e a morte de Lázaro como lugar onde havia de manifestar-se a glória de Deus.

A oração abre a porta da nossa vida a Deus. E Deus ensina-nos a sair de nós mesmos para ir ao encontro dos outros que vivem na prova, dando-lhes consolação, esperança e luz. De coração, a todos abençôo em nome do Senhor."

sábado, 10 de dezembro de 2011

Maria : Imune de toda mancha do pecado original

As palavras do Papa durante o Angelus pela Festa da Imaculada
CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 8 de dezembro de 2011(ZENIT.org) – Às 12 de hoje, Solenidade da Imaculada Conceição da Beata Virgem Maria, o Santo Padre Bento XVI se aproximou da janela de seu escritório no Palácio Apostólico Vaticano para rezar o Angelus com os fiéis e peregrinos na Praça de São Pedro.
***
Estas são as palavras do Papa na introdução da oração mariana:
Queridos irmãos e irmãs!
Hoje a Igreja celebra solenemente a Imaculada Conceição de Maria. Como declarou o Beato Pio IX, em sua Carta Apostólica Ineffabilis Deus de 1854, Ela "foi preservada, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, o Salvador da humanidade, imune de toda mancha do pecado original." Esta verdade de fé está contida nas palavras de saudação do Arcanjo Gabriel: "Ave, cheia de graça: o Senhor é contigo" (Lc1, 28). 
A expressão "cheia de graça" indica a obra maravilhosa de Deus, que quis nos devolver a vida e a liberdade, perdidas pelo pecado, por meio de Seu Filho Unigênito encarnado, morto e ressuscitado.
Portanto, desde o século II, no Oriente e Ocidente, a Igreja invoca e celebra a Virgem que, com seu "sim", aproximou o Céu da terra, tornando-se "geradora de Deus e nutriz de nossas vidas", como expressa São Romano na melodia de um antigo canto (Canticum Mariae Virginis XXVem Nativitatem B.,no JB Pitra, Analecta Sacra t. I, Paris 1876, 198).
No século VII São Sofrônio de Jerusalém elogia a grandeza de Maria, porque Nela o Espírito Santo fez morada, “Tu exerce toda a magnificência dos dons que Deus jamais ofereceu a qualquer pessoa humana. Mais que tudo, és rica da presença de Deus que mora em ti”. (Oratio II, 25 in SS. Deiparæ Annuntiationem: PG 87, 3, 3248 AB). E São Beda, o Venerável, explica: "Maria é bendita entre as mulheres, porque com a dignidade da virgindade encontrou a graça de ser geradora de um filho que é Deus" (Hom I, 3: CCL 122, 16).
Também a nós é dada a "plenitude de graça" que devemos fazer resplandecer em nossas vidas, porque "o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo - escreve São Paulo – que nos abençoou com toda bênção espiritual... e nos acolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis... predestinou para sermos adotados como filhos (Ef 1,3-5). "Esta filiação recebemos através da Igreja, no dia do Batismo. A este respeito, Santa Hildegard de Bingen escreve: "A Igreja é, portanto, a mãe virgem de todos os cristãos. Na força secreta do Espírito Santo os concebe e os dá a luz, oferecendo-os a Deus de maneira que sejam também chamados filhos de Deus” (Scivias, visio III, 12: CCL Continuatio Mediævalis XLIII, 1978, 142).
Entre  muitos cantores da beleza espiritual da Mãe de Deus, está São Bernardo de Claraval, que afirma que a invocação "Ave Maria cheia de graça" é "agradável a Deus, aos anjos e aos homens. Aos homens, devido à maternidade, aos Anjos graças a virgindade, a Deus graças a humildade "(Sermo xlvii, De Annuntiatione Dominica: SBO VI, 1, Roma 1970, 266).
Queridos amigos, esperando cumprir nesta tarde, como é habitual, a homenagem a Maria Imaculada na Piazza di Spagna, dirijamos nossa oração fervorosa àquela que intercede a Deus por nós, para que nos ajude a celebrar com fé o Natal do Senhor que se aproxima.
(Tradução:MEM)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Assentamento Imaculada Conceição - Padroeira

As pessoas do Assentamento Imaculada Conceição e sítios vizinhos celebraram na tarde de hoje (08.12) a festa da sua padroeira.
O assentamento está depois do sítio Cacimba da Várzea - no Curimataú de Solânea.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Assine a Carta de Protesto ao Senado Federal contra a “Lei da Homofobia”

O PLC 122/2006, conhecido com “Lei da Homofobia”, vai entrar novamente em pauta, com o novo texto de autoria da Senadora Marta Suplicy.
O texto foi publicado somente agora, poucos dias antes de sua possível votação, certamente porque os defensores da causa homossexual estão cientes da impopularidade de tal Projeto de Lei, que instala uma verdadeira perseguição religiosa, e coloca num mesmo patamar os direitos dos idosos, crianças e deficientes, e a prática homossexual, que é um vício contrário à Lei de Deus.
Não podemos aceitar que imputem a nós, cristãos, a categoria de discriminatórios, apenas porque obedecemos os Mandamentos. Não podem nos colocar na cadeia por seguirmos nossa consciência.
Precisamos reagir o quanto antes contra esse Projeto de lei.
O Brasil cristão é contra o PLC 122/2006, que está previsto para ser votado no dia oito de dezembro de 2011.
Envie agora a carta abaixo para os senadores e demais secretarias responsáveis, pedindo medidas para que o PLC 122/2006 não seja aprovado.


clique abaixo e dê seu voto
http://www.ipco.org.br/home/assine-a-carta-de-protesto-ao-senado-federal-contra-a-lei-da-homofobia

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A oração abre-nos para receber o dom de Deus


CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 7 de dezembro de 2011(ZENIT.org) - Apresentamos a catequese do Papa Bento XVI na Audiência de hoje que aconteceu na sala Paulo VI.
***
Queridos irmãos e irmãs,
Os evangelistas Mateus e Lucas (cf. Mt 11,25-30 e Lc 10, 21-22) nos transmitiu uma "jóia" da oração de Jesus, que geralmente é chamado de Hino de júbilo ou Hino de júbilo messiânico. Este se trata de uma oração de gratidão e louvor, como acabamos de ouvir. No grego original do Evangelho o verbo que inicia este hino, que expressa a atitude de Jesus quando se volta ao Pai, é exomologoumai, muitas vezes traduzida como "louvor" (Mt 11,25 e Lc 10,21). Mas nos escritos do Novo Testamento esse verbo indica principalmente duas coisas: a primeira é "conhecimento mais profundo" - por exemplo, João Batista pedia para reconhecer profundamente seus próprios pecados àqueles que vinham  até ele para ser batizado (cf. Mt 3, 6) -; a segunda coisa é "concordar." Assim, a expressão com a qual Jesus começa sua oração contém o seu reconhecimento profundo, pleno, a ação de Deus Pai, e juntos, em totalidade, consciente e alegre acordo com esta maneira de agir, com o projeto do Pai. O hino de júbilo é o ápice de um caminho de oração que emerge claramente a profunda e íntima comunhão de Jesus com a vida do Pai no Espírito Santo e manifesta a sua filiação divina.

Jesus se dirige a Deus chamando-o “Pai”. Este termo expressa a consciência e a certeza de Jesus de ser “o Filho”, em comunhão íntima e constante com Ele, e este é o ponto central e a fonte de toda oração de Jesus. Vemos isso claramente na última parte do Hino que ilumina todo o texto. Jesus diz: "Todas as coisas me foram entregues por meu Pai. Ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, e aquele a quem o Filho o quiser revelar" (Lc 10, 22). Jesus afirma então que só “o Filho" conhece realmente o Pai. Qualquer conhecimento entre pessoas – todos experimentamos em nossos relacionamentos humanos - exige um compromisso, algum vínculo interior entre quem conhece e o conhecido, em um nível mais ou menos profundo: não podemos conhecer, sem uma comunhão do ser. No hino de júbilo, como em toda a sua oração, Jesus mostra que o verdadeiro conhecimento de Deus pressupõe a comunhão com ele: somente em comunhão com o outro começo a conhecer; e assim também com Deus, somente se eu tiver um contato verdadeiro, se estiver em comunhão, posso também conhecê-lo. Assim, o conhecimento verdadeiro é reservado ao "Filho", o Unigênito, que está desde sempre no seio do Pai (cf. Jo 1,18), em perfeita unidade com Ele. Somente o Filho conhece realmente Deus, estando em comunhão íntima com o ser; somente o Filho pode revelar realmente quem é Deus

O nome "Pai" é seguido por um segundo título, "Senhor do céu e da terra." Jesus, com esta expressão, recapitula a fé na criação e faz ressoar nas primeiras palavras da Sagrada Escritura: "No princípio Deus criou o céu e a terra" (Gen 1.1). Rezando, Ele recorda a grande narração bíblica da história de amor de Deus pelo homem, que inicia com o ato da criação. Jesus se insere nessa história de amor, é o cume e a realização. Na sua experiência de oração, a Sagrada Escritura é iluminada e revive na sua completa amplitude: anúncio do mistério de Deus e resposta do homem transformado. Mas através da expressão: "Senhor do céu e da terra", também reconhecemos que em Jesus, como o Revelador do Pai, é reaberta ao homem a possibilidade de acesso a Deus.

Agora, nos perguntemos: a quem o Filho quer revelar os mistérios de Deus? No início do Hino Jesus expressa sua alegria que a vontade do Pai é esconder estas coisas aos sábios e inteligentes e revelá-las aos pequeninos (cf. Lc 10:21). Nesta expressão de sua oração, Jesus manifesta sua comunhão com a decisão do Pai, que abre seus mistérios para aqueles que têm o coração simples: a vontade do Filho é uma coisa só com aquela do Pai. A revelação divina não é segundo a lógica terrena, na qual os homens cultos e poderosos, que possuem conhecimentos importantes os transmitem aos mais simples, aos menores. Deus utilizou um outro estilo: os destinatários da sua comunicação foram justamente os "pequeninos". Esta é a vontade do Pai,  e o Filho a compartilha com alegria. Diz o Catecismo da Igreja Católica: "Sua exclamação:”Sim, Pai! ”exprime a profundidade do seu coração, a sua adesão ao beneplácito do Pai, como eco do “Fiat” de sua mãe no momento da sua concepção e como prelúdio ao que Ele diria ao Pai em sua agonia. Toda a oração de Jesus está nesta amorosa adesão de seu coração humano ao mistério "de ... vontade "do Pai (Ef 1.9)" (2603). Daí deriva a invocação que dirigimos a Deus no Pai Nosso: "Seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu": com Cristo e em Cristo, também nós pedimos para entrar em sintonia com a vontade do Pai, nos tornando assim também nós seus filhos. Jesus, portanto, neste Hino de júbilo manifesta a vontade de envolver  em seu conhecimento filial de Deus  todos aqueles que o Pai quer tornar participantes; e aqueles que acolhem este dom são os "pequeninos".

Mas o que significa ser "pequenino", simples? Qual é a "pequenez" que abre o homem a intimidade filial com Deus e a acolher sua vontade? Qual deve ser a atitude de fundo na nossa na oração? Vejamos o "Sermão da Montanha", onde Jesus afirma: "Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus" (Mateus 5.8). É a pureza do coração que permite reconhecer o rosto de Deusem Jesus Cristo; é ter o coração simples como o das crianças, sem a presunção de quem se fecha em si mesmo, pensando que não precisa de ninguém, nem mesmo Deus.

É interessante notar também a ocasião em que Jesus irrompe neste Hino ao Pai. Na narração evangélica de Mateus é a alegria porque, apesar das oposições e rejeições, existem "pequenos" que aceitam a sua palavra e se abrem ao dom da fé Nele. O Hino de Júbilo, de fato, é precedido pelo contraste entre o elogio de João Batista, um dos "pequenos" que reconheceram a ação de Deusem Cristo Jesus(cf. Mt 11,2-19), e a repreensão pela descrença das cidades do lago, “onde tinha feito grande número de seus milagres"(cf. Mt 11,20-24). O júbilo, portanto, é visto por Mateus em relação às palavras com as quais Jesus observa a eficácia de sua palavra e de sua ação: "Ide e contai a João o que ouvistes e o que vistes: os cegos vêem, os mortos ressuscitam, o Evangelho é anunciado aos pobres. Bem-aventurado aquele para quem eu não for motivo de escândalo"(Mt 11,4-6).

São Lucas também apresenta o Hino de júbilo em relação com um momento de desenvolvimento do anúncio do Evangelho. Jesus enviou "os setenta e dois discípulos" (Luc10.1) e eles partiram com uma sensação de medo para o possível fracasso de sua missão.Lucas também enfatiza a rejeição encontrada nas cidades onde o Senhor pregou e realizou sinais prodigiosos. Mas os setenta e dois discípulos retornaram plenos de alegria, porque a missão deles foi bem sucedida; eles constataram que, com o poder da palavra de Jesus, os males do homem são vencidos. E Jesus compartilha a satisfação deles: “na mesma hora", naquele momento, Ele exultou de alegria.

Há ainda duas coisas que eu gostaria de enfatizar. O evangelista Lucas introduz a oração com a observação: "Jesus exultou de alegria no Espírito Santo" (Lc 10:21). Jesus se alegra a partir do íntimo de si, no que há de mais profundo: a comunhão única de conhecimento e de amor com o Pai, a plenitude do Espírito Santo.Envolvendo-nos na sua filiação, Jesus nos convida a abrir-nos à luz do Espírito Santo, porque - como afirma o apóstolo Paulo - "(Nós) não sabemos... orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede com gemidos inefáveis ...segundo Deus "(Rm 8:26-27) e nos revela o amor do Pai. No Evangelho de Mateus, após o Hino de júbilo, encontramos um dos apelos mais cordiais de Jesus: "Vinde a mim todos vós que estais cansados ​​e sobrecarregados, e eu vos aliviarei" (Mateus 11:28). Jesus pede para ir a Ele, que é a verdadeira sabedoria, a Ele que é "manso e humilde de coração"; propõe "o seu jugo", o caminho da sabedoria do Evangelho que não é uma doutrina para aprender ou uma proposta  ética, mas uma Pessoa a seguir: Ele mesmo, o Filho Unigênito  em perfeita comunhão com o Pai.

Queridos irmãos e irmãs, provamos por um momento a riqueza desta oração de Jesus. Também nós, com o dom do seu Espírito, podemos voltar para Deus em oração, com confiança filial, invocando o nome do Pai, "Abba!". Mas devemos ter o coração dos pequeninos, dos "pobres em espírito" (Mat5.3), para reconhecer que não somos auto-suficientes, que não podemos construir nossas vidas sozinhos, mas necessitamos de Deus, precisamos encontrá-lo, escutá-lo,  e falar com ele. A oração abre-nos para receber o dom de Deus, sua sabedoria, que é o próprio Jesus, para fazer a vontade do Pai em nossas vidas e assim encontrar descanso no cansaço da nossa jornada. Obrigado.

Fonte: Zenit

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Primeira comunhão no Sitio Videl II

A comunidade Bom Jesus dos Passos - no Sítio Videl, celebrou com alegria, neste segundo domingo do advento, a missa de primeira Eucaristia de oito crianças.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Quem ensinou Jesus a rezar?

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 01 de dezembro de 2011(ZENIT.org) - Apresentamos a mensagem do papa durante a Audiência de quarta-feira.


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Queridos irmãos e irmãs,
Depois de ter tratado alguns exemplos de oração no Antigo Testamento, convido-vos hoje a olhar para a oração de Jesus. Esta atravessa todos os momentos da sua vida, guiando-o até ao dom total de Si mesmo, segundo os desígnios de Deus Pai. Jesus é o nosso mestre de oração. Mas, quem O ensinou a rezar? O seu coração de homem aprendeu a rezar com a sua Mãe e a tradição judaica. Mas a sua oração brota duma fonte secreta, porque Ele é o Filho eterno de Deus, que, na sua santa humanidade, dirige a seu Pai a oração filial perfeita. Assim, olhando para a oração de Jesus, devemos nos perguntar: Como é a nossa oração? Quanto tempo dedicamos à nossa relação com Deus? Hoje, num mundo frequentemente fechado ao horizonte divino, os cristãos estão chamados a ser testemunhas de oração. E é através da nossa oração fiel e constante, na amizade profunda com Jesus, vivendo n'Ele e com Ele a relação filial com o Pai, que poderemos abrir, no mundo, as janelas para o Céu.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dia de Luta contra a AIDS

A cada 1º de dezembro o mundo inteiro destaca a importância do combate a AIDS.


A Igreja Católica prega como meio eficaz de combate à AIDS a castidade e a fidelidade matrimônial. 


Isto é difícil, pois vivemos num mundo erotizado onde tudo é apresentado como possível. Importa é fazer experiências com quem quer que seja, basta se proteger e está tudo ok. 


A Igreja Católica contesta tal mentalidade e diz:
Não é por aí, o corpo humano não é objeto nem máquina de prazer. Preciso olhar para a outra pessoa como Imagem e semelhança de Deus, templo do Espírito Santo, respeitar em todos os sentidos.


Não posso usar o outro a bel prazer e para satisfação pessoal. Isto é tudo, menos amor e dignidade.


Não posso ficar pensando que tudo posso e estou imune as consequencias dos meus atos. Pelo contrário, para cada ato há uma conseqüência e preciso tomar consciência disso.


-Se você já contraiu tal vírus - não se desespere. Graças a Deus à medicina está bem evoluída e a perspectiva de vida é grande para tais portadores de HIV/AIDS, desde que siga corretamente as prescrições médicas. Pode-se viver décadas.


-É direito seu ficar no anonimato. Não é bom sair por ai dizendo ter AIDS. No entanto, é direito dos outros não ser contaminados. Evite propagar o vírus.


ATENÇÃO: Todos estão sujeitos. 


Faça sua parte!
Evite a promiscuidade e objetos não esterilizados.
Trate bem todas as pessoas.



quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Primeira comunhão na Matriz

Crianças que fizeram a cetequese na comunidade Matriz receberam neste domingo (27.11) sua primeira Eucaristia.
Missa presidida pelo nosso pároco - Pe. Geraldo, crl