domingo, 26 de junho de 2011

Santos Brasileiros

Nasceram ou viveram no Brasil




CANONIZADOS
1.1 SANTA PAULINA
1.2 SÃO ROQUE, AFONSO E JOÃO DEL CASTILHO
1.3 SANTO ANTÔNIO SANTANA GALVÃO

2. BEATIFICADOS
2.1 BEATO JOSÉ DE ANCHIETA
2.2 BEATO EUSTÁQUIO VAN LIESHOUT
2.3 BEATO MARIANO DE LA MATTA
2.4 BEATA ALBERTINA BERKENBROCK
2.5 BEATOS MÁRTIRES PE. MANUEL E COROINHA ADÍLIO
2.6 BEATA LINDALVA JUSTO DE OLIVEIRA
2.7 BEATOS MÁRTIRES DO RIO GRANDE DO NORTE
2.8 BEATA BARBARA MAIX
2.9 BEATA IRª DULCE

3. Servos de Deus
A CAMINHO DA BEATIFICAÇÃO

Escrava Anastácia: Nascida em 12 de maio de 1740, Pompéu .Data e local de morte incertos.É uma personalidade religiosa de devoção popular brasileira, cultuada informalmente pela realização de supostos milagres.

Cícero Romão Batista: Nascido no dia 24 de março de 1844, Crato-CE.Falecido em 20 de julho de 1934, Juazeiro do Norte.Foi um sacerdote católico brasileiro.

Antônio da Rocha Marmo: Nascido em 19 de outubro de 1918, São Paulo.Falecido em 21 de dezembro de 1930, São Paulo.Foi uma criança católica paulista que possuía o dom de predizer acontecimentos futuros. Inclusive previu sua própria morte. Antoninho, tornou-se objeto de veneração e passou a ser conhecido como Santo Antoninho. Hoje em dia, é conhecido como o Santo do Povo. Sepultado no Cemitério da Consolação, seu túmulo, localizado na quadra 80, terreno 6 (Q.80, T.6), é constantemente visitado por devotos que lhe pedem auxílio.
Sepé Tiaraju: A data de seu nascimento é desconhecida, Redução de São Luís Gonzaga.Falecido em 7 de fevereiro de 1756 em São Gabriel. Foi um índio guerreiro guarani, considerado um santo popular brasileiro e declarado "herói guarani missioneiro rio-grandense" pela Lei nº 12.366.
Venerável Pe. Rodolfo Komorek: Nasceu em 11 de outubro de 1890, Bielsko, na Silésia, Polônia. Falecido em 11 de dezembro de 1949, São José dos Campos, SP. Tem um milagre sob análise.

Venerável Francisca de Paula de Jesus (Nhá Chica): Nasceu em Santo Antônio do Rio das Mortes, distrito de São João Del Rey (MG), aos 26 de abril de 1810. Resolveu seguir o conselho de sua mãe: dedicar-se à fé e à caridade. Assim viveu até a sua morte em 14 de junho de 1895. Em julho de 1993, a Diocese de Campanha instaurou o Tribunal pela Causa de Beatificação. Um milagre já foi aceito pela Comissão Médico-Científica da Congregação das Causas dos Santos.

Servo de Deus Pe. José Antônio Maria Ibiapina:Nascido em  5 de agosto de 1806, Sobral-CE.Falecido em 19 de fevereiro de 1883, Solânea-PB.Foi um padre do sertão nordestino. Desde 1992, está em curso um processo de canonização.

Servo de Deus João Maria Cavalcanti de Brito conhecido como Padre João Maria: Nascido em 23 de junho de 1848, Jardim de Piranhas.Falecido em 16 de outubro de 1905. Foi um sacerdote. Em 2002, o processo de beatificação do padre João Maria foi aberto, desde então todas as graças atribuídas a ele estão sendo registradas.

Servo de Deus Antônio de Almeida Lustosa, SDB: Nasceu em São João Del-Rei-MG no dia 11 de fevereiro de 1886. Ingressou na congregação salesiana no dia 29 de janeiro de 1905. Foi ordenado sacerdote no dia 28 de janeiro de 1912, em Taubaté-SP, pelas mãos de Dom Epaminondas Nunes d'Ávila e Silva, bispo de Taubaté-SP. Faleceu em Carpina, 14 de agosto de 1974. Como padre salesiano, ensinou filosofia e teologia. Foi mestre de noviços, diretor e vigário.

Servo de Deus Côn. Francisco de Paula Victor: A escrava Lourença Justiniana de Jesus na madrugada do dia 12 de abril de 1827, na pequena cidade de Campanha, no sul do Estado de Minas Gerais, na fazenda da senhora Mariana de Santa Bárbara Ferreira, dava à luz a um menino, que foi batizado no dia 20 do mesmo mês com o nome de Francisco de Paula Vítor. Em 05 de junho de 1849, dava ingresso no Seminário de Mariana, cidade mineira, causando desagrado aos seminaristas orgulhos que não aceitavam vir a ser um padre, um ministro de Deus, um negro tão feio, um tipo hediondo. Ordenado padre aos 24 anos, foi diretor e professor do Colégio Sagrada Família por mais de 30 anos e pároco da Igreja de Nossa Senhora da Ajuda, da cidade de Três Pontas, por 53 anos ininterruptos. Faleceu às 22h do dia 23 de setembro de 1905.

Serva de Deus Ir. Antonieta Farani (1906-1963)

Servo de Deus João Baptista Reus :Nascido Johann Baptist Reus, no dia 10 de julho de 1868, Pottenstein, Baviera. Faleceu 21 de julho de 1947, São Leopoldo-RS.Foi um religioso teuto-brasileiro. Por causa dos milagres que lhe são conferidos, ao falecer, em 1947, Padre Reus já tinha fama de santo. O processo de beatificação começou em 1958, mas ficou parado durante décadas.

Serva de Deus Me. Cecília do Coração Eucarístico(1852-1950)

Serva de Deus Me. Maria Teresa de Jesus Eucarístico:Nasceu em 20 de janeiro de 1901. Faleceu em 1972.

Servo de Deus Pe. Antônio da Costa Lafayette (1886-1961)

Servo de Deus Padre Victor Coelho de Almeida: Nasceu dia 8 de setembro de 1879, Rio de Janeiro. Estudou no Rio de Janeiro; Seminário Pio Latino-americano, Roma. Ordenou-se padre em 1903. Faleceu no dia 3 de novembro de 1944, Campinas, Goiânia, Go.

Servo de Deus Dom Vital Maria Gonçalves de Oliveira:Nasceu em Pedras de Fogo, 27 de novembro de 1844. Foi um frade capuchinho, o 20º bispo de Olinda.  Faleceu em Paris, 4 de julho de 1878.  Nome de batismo Antônio Gonçalves de Oliveira Júnior, recebeu a ordenação presbiteral no dia 2 de agosto de 1868, aos 23 anos. Foi designado por Dom Pedro II, Imperador do Brasil, para ser bispo de Olinda, no dia 21 de maio de 1871, aos 26 anos.

Servo de Deus Padre Donizetti Tavares de Lima:Nasceu em Santa Rita de Cássia, atual Cássia, no dia 3 de janeiro de 1882. Ficou também conhecido como o Taumaturgo de Tambaú. Durante 35 anos foi pároco em Tambaú, antes fez parte da Diocese de Campinas e depois por 16 anos vigário em Vargem Grande do Sul. Faleceu em Tambaú no dia 16 de junho de 1961.

Servo de Deus Frei Damião de Bozzano:Frei Damião de Bozzano, nascido Pio Giannotti, OFMCap, no dia 5 de novembro de 1898. Faleceu em  Recife, 31 de maio de 1997.Foi um frade italiano radicado no Brasil.

Servo de Deus Diácono João Luiz Pozzobon:Nasceu em uma família de imigrantes italianos na vila de Ribeirão, hoje pertencente ao município de São João do Polêsine, no estado do Rio Grande do Sul. Tornou-se diácono permanente em 30 de dezembro de1972. Foi casado com Tereza Turcato em 1928, tendo dois filhos com a mesma. Faleceu em um acidente, no dia 27 de Junho de 1985, atropelado por um caminhão, quando se dirigia ao Santuário, as 6h, para a missa.

Serva de Deus Madre Maria José de Jesus:Nasceu no Rio de Janeiro em 18.11.1882. É filha do famoso historiador Capistrano de Abreu. Perdeu a mãe aos nove anos. Jovem, bonita e inteligente, Honorina de Abreu brilhou na sociedade carioca da época. Porém, aos 20 anos, em meio a um baile, sentiu-se subitamente impelida a deixar o salão e voltar para casa. Foi o marco de sua conversão.
Faleceu em 11.03.1959. Suas relíquias repousam na capela do Convento de Santa Teresa.

Serva de Deus Madre Helena Maria do Espírito Santo:Nasceu Helena em 2 de maio de 1736, filha de Francisco Calaça e Maria Leme, na região de Paranapanema, sul do Estado de São Paulo.  Segundo seu confesso frei Galvão: "A sua pobreza era extrema e voluntária porque rejeitava esmolas oferecidas de alguns devotos e de seus próprios confessores; só possuía um hábito e uma caixinha velha com algumas coisinhas sem valor”. Faleceu  a 23 de fevereiro de 1775.

Serva de Deus Madre Leônia, (Maria Milito):Nasceu em Sapri, província de Salermo, Itália, no dia 23 de junho de 1913. Seus pais, possuídos de fé cristã profunda, legaram aos filhos a solidez da formação humana e espiritual. Na década de 1950, as religiosas orientadas e acompanhadas por Madre Leônia Milito, deixam a Itália rumo a um país distante, o Brasil. Juntamente com Dom Geraldo Fernandes, no dia 19 de março de 1958, na cidade de Londrina, Paraná, a uma nova família religiosa, denominada Missionárias de Santo Antônio Maria Claret. Em 1980 aos 67 anos, em pleno vigor da ação apostólica, Madre Leônia partiu para a casa do Pai: faleceu vítima de um acidente automobilístico.



Entre outros

terça-feira, 21 de junho de 2011

Uma formiga me levou a rezar

Outro dia, vi uma formiga que carregava uma enorme folha. 

A formiga era pequena e a folha devia ter, no mínimo, dez vezes o tamanho dela. 


A formiga  a carregava com sacrifício. Ora a arrastava, ora a tinha sobre a cabeça. Quando o vento batia, a folha tombava, fazendo cair também a formiga.


Foram muitos os tropeços, mas nem por isso a formiga desanimou de sua tarefa. 


Eu a observei e acompanhei, até que chegou próximo de um buraco, que devia ser a porta de sua casa.

Foi quando pensei: “Até que enfim ela terminou seu empreendimento”. Ilusão minha. 


Na verdade,havia apenas terminado uma etapa.

A folha era muito maior do que a boca do buraco, o que fez com que a formiga a deixasse do lado de fora para, então, 

entrar sozinha. Foi aí que disse a mim mesmo: “Coitada, tanto sacrifício para nada.”

Lembrei-me ainda do ditado popular: “Nadou, nadou e morreu na praia.” 

Mas a pequena formiga me surpreendeu. 

Do buraco saíram outras formigas, que começaram a cortar a folha em pequenos pedaços. Elas pareciam alegres na tarefa. 


Em pouco tempo, a grande folha havia 

desaparecido, dando lugar a pequenos pedaços e eles estavam todos dentro do buraco.

Imediatamente me peguei pensando em minhas experiências. 


Quantas vezes desanimei diante do tamanho das tarefas ou dificuldades?

Talvez, se a formiga tivesse olhado para o tamanho da folha, nem mesmo teria começado a carregá-la.


Invejei a persistência, a força daquela formiguinha. Naturalmente, transformei minha reflexão em oração e pedi ao Senhor:Que me desse a tenacidade daquela formiga, para “carregar” as dificuldades do dia-a-dia. Que me desse a perseverança da formiga, para não desanimar diante das quedas.

Que eu pudesse ter a inteligência, a esperteza dela, para dividir em pedaços o fardo que, às vezes, se apresenta grande demais. 


Que eu tivesse a humildade para partilhar com os outros o êxito da chegada, mesmo que o trajeto tivesse sido solitário.

Pedi ao Senhor a graça de, como aquela formiga, não desistir da caminhada, mesmo quando os ventos contrários me fazem virar de cabeça para baixo,mesmo quando, pelo tamanho da carga, não consigo ver com nitidez o caminho a percorrer.

A alegria dos filhotes que, provavelmente, esperavam lá dentro pelo alimento, fez aquela formiga esquecer e superar todas as adversidades da estrada.

Após meu encontro com aquela formiga, saí mais fortalecido em minha caminhada. Agradeci aoSenhor por ter colocado aquela formiga em meu caminho ou por me ter feito passar pelo caminho dela.

Sonhos não morrem, apenas adormecem na alma da gente.


Créditos:

Texto: Ninon Rose Hawryliszyn e Silva


segunda-feira, 20 de junho de 2011

Sacramento do Batismo

No subsídio (48 páginas) há as razões pelas quais é celebrado o Sacramento do Batismo, o que é o batismo, porque batizar crianças, a iniciação cristã de adultos, ministros do batismo, as condições para celebrar o batismo, os compromissos (dos pais, dos padrinhos e das comunidades), roteiro para encontro de preparação e a própria celebração do batismo. E nas normas pastorais hão de mostrar o caminho que deve ser percorrido com espírito de comunhão e participação.


O que é o Batismo?
Nascimento para vida nova em Cristo Jesus. Tornamo-nos membros de Cristo e somos incorporados à Igreja.
Batismo significa: Lavar, purificar, mergulhar na água. É um novo nascimento. Tornamo-nos filhos de Deus no filho amado que é Jesus.


Batizar criança?
Desde a sua origem, o batismo já era celebrado para adultos e crianças. A biblia registra casos de conversao, onde a família inteira era batizada (At 16, 32; 16, 14). Jesus mesmo mandou batizar todas as gentes (Mt 28) e criança é gente.


Batismo de adultos?
Para o adulto ser batizado requer-se que manifeste a vontade de ser batizado; seja instruído sobre as verdades da fé e suas obrigações; se arrependa dos seus pecados. Durante o tempo de preparação levar o que vai ser batizado a um conhecimento de Jesus.


Formas de Batismo:
Batismo com  água. Pode ser por infusão (Derramar água na cabeça) ou por infusão (mergulhar quem vai ser batizado na água batismal).


Batismo de Sangue: Torna-se mártir antes de ser batizado. Acontecia na Igreja primitiva e geralmente acontece em terras onde a fé Cristã continua sendo proibida.


Batismo de desejo -  A pessoa morre antes de receber o batismo. Tinha intenção de batizar ou de ser batizada, porem morreu. A Igreja considera já batizada.


Quem pode ser batizado?
Toda pessoa ainda não batizada.
O batismo é um só, ou seja, uma só vez. Efésios 4, 5.


Ministros do Batismo:
Bispo, padre e diácono.
Se alguém pedir o batismo porque está prestes a morrer-  qualquer um pode batizar, desde que tenha a intenção e diga "Eu te batizo xxxxxxx Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Depois comunique ao pároco local.


Onde celebrar o batismo?
Como a celebração do batismo é um ato eclesial, a celebração deve acontecer na Igreja Matriz ou nas capelas onde a comunidade está constituida e reunida.


Compromissos
Pai, mãe, padrinho, madrinha e a comunidade se compromete na celebração do sacramento do batismo a educar a criança na fé cristã - ajudando a observar os mandamentos e sendo testemunhos vivos.


Padrinhos
Sejam católicos de verdade. Ajude os pais da criança na missão de educar a criança na fé cristã.
Tenham mais de 16 anos; sejam batizados e crismados, Casados na Igreja ou então solteiros(as) que não vivam com companheiros(as).
Alguém da própria comunidade para que acompanhe o crescimento da criança. Não tem sentido escolher alguém que mora distante - como vai ser padrinho? Como vai estar presente na vida criança?


O que somos pelo batismo?
Pessoas renascidas
Membros do corpo de Cristo
Consagrados
Chamados a ser luz do mundo
Viver uma vida diferente


Preparação para o batismo
As paróquias oferecem formações sobre o batismo com duração de uma manhã ou uma tarde para os pais e padrinhos. Cada um conhece o que é o batismo e quais as implicações. O certificado vale por dois anos.
Vencidos os dois anos os participantes tem direito a um outro curso sobre o batismo (II).  

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Tempo comum: tempo da evangelização





Cardeal de São Paulo – D. Odílio Scherer - fala sobre o tempo comum como tempo de evangelização:
“É o Espírito Santo que nos capacita para toda obra boa”
Para a Igreja e para os cristãos, o “tempo comum”, retomado com a celebração de Pentecostes, “é o tempo da evangelização, da vivência cristã no dia a dia e do testemunho da fé à luz do Mistério Pascal celebrado e com o vigor dos dons da salvação recebidos”.
“É o tempo da perseverança e dos frutos da fé, da esperança e da caridade”.
Segundo Dom Odilo, a vida cristã pode ser definida como “seguimento de Cristo”. “É estar a caminho com Jesus Cristo, pela vida afora (‘eu estarei sempre com vocês...’), deixando-se atrair sempre mais por ele, aprendendo dele e tentando praticar o que dele aprendemos”.
Os cristãos não vão sozinhos, pois juntos seguem, “no mesmo caminho, tantos outros irmãos, também discípulos do Senhor e membros da Igreja, que nos apoiam e aos quais devemos apoiar; acompanham-nos os santos do céu com sua intercessão e seu exemplo de vida, dando-nos força e coragem para perseverar e seguir em frente”.
Viver “na Igreja” e sentir-se parte dela “é essencial na vida cristã”. Caminhar sozinhos “é muito difícil e desaconselhável; vamos com os irmãos, na Igreja, comunidade de fé, na comunhão dos santos”.
 “ninguém é filho de Deus sozinho, nem discípulo solitário do Senhor”. Por isso, “a vida cristã requer a participação nos atos de vida comunitária, como a santa Missa dominical, as outras celebrações da Igreja e os sacramentos”.
“Em tempos de afirmação crescente do individualismo, é necessário cultivar intensamente a dimensão comunitária da fé e da vida cristã. Precisamos aprender novamente a valorizar o Domingo, dia do Senhor ressuscitado no meio de nós; a Missa dominical é fundamental para a vivência cristã”.
Os católicos, para não esmorecer na fé, devem se alimentar constantemente da Palavra de Deus.
“A Palavra, lida, ouvida e acolhida com fé eclesial, faz-nos crescer na compreensão das coisas de Deus e de sua santa vontade.”
“Somos discípulos e, por isso mesmo, somos sempre ouvintes da Palavra; ela nos dá a direção a seguir na vida, é luz para o caminho; ela nos dá a verdadeira sabedoria de Deus.”
A vida cristã se traduz também na sintonia com a vontade de Deus. “Não seríamos pessoas de fé verdadeira, se não buscássemos conformar nossa vida com o desígnio de Deus”.
“A forma mais simples e direta de sintonizar com a vontade de Deus é a observância dos mandamentos da Lei de Deus, que continuam sendo a referência moral universal para todas as pessoas. A observância dos mandamentos é completada pela vivência das bem-aventuranças e das obras de misericórdia.”
Dom Odilo destaca ainda que não poderia haver vida cristã “sem oração pessoal, além da comunitária”.
A oração, “compreendida acima de tudo como o colóquio filial com Deus, é expressão e exercício da nossa condição de ‘filhos de Deus’, como nos tornamos pelo Batismo, e mantém viva e constante nossa comunhão com Deus”.
A vida cristã não seria completa “se faltasse a caridade fraterna, vivida de muitas maneiras”.
“O amor ao próximo decorre do nosso amor a Deus e está intimamente ligado a ele; os filhos de Deus são irmãos entre si e devem tecer relações respeitosas, justas e fraternas no convívio social.”
A caridade “deve ser pessoal e também organizada, como expressão da caridade da Igreja. A caridade organizada, como acontece nas obras sociais, cria oportunidades para que muitas pessoas possam aderir a tais iniciativas”.
Dom Odilo recorda que “é o Espírito Santo que nos capacita para toda obra boa”. “Ele é que nos torna capazes de ‘querer e agir conforme Deus’”.
“Viver como bons cristãos significa, portanto, deixar-se iluminar, inspirar e conduzir pelo Espírito de Cristo. A ele nos confiemos todos os dias”encerra o cardeal.

sábado, 11 de junho de 2011

SOU CATÓLICO - vivo a minha fé

É um subsídio destinado a ajudar os católicos e todas as pessoas interessadas, a conhecerem melhor os fundamentos da fé e da vida cristã.
O texto traz exposições breves e essenciais sobre aquilo que os católicos crêem, como rezam e como são chamados a viver, em conformidade com sua dignidade de cristãos e membros da Igreja.

A publicação explica também a razão pela qual a Igreja Católica considera o casamento indissolúvel; se o católico pode aceitar a reencarnação; qual o entendimento sobre o purgatório; se a Bíblia é a única fonte de fé; em que a Igreja Católica difere das demais e o significado do papa.
O livro traz temas ligados à fé, como a revelação de Deus e o mistério da ressurreição de Jesus Cristo, além de orações e salmos. 

O que significa crer? Quais são os fundamentos de minha fé? Como celebro minha fé? Como vivo minha fé? Com tais questões deparam-se muitos católicos sem saber, em sua maioria, onde encontrar a resposta. 
Eis agora uma proposta da CNBB, elaborada pela Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, cujo objetivo é o de responder a esta necessidade e, portanto, ajudar os fiéis católicos a conhecerem melhor sua fé, para melhor celebrá-la e testemunhá-la. 
Por ser um dom precioso de Deus, a fé enquanto virtude teologal, nos foi dada como presente no dia em que recebemos o Batismo. É preciso, então, conhecer e aprofundar este dom que Deus nos concedeu. Quanto mais o conhecermos, tanto mais por ele nos encantaremos com o desejo sempre mais profundo de vivê-lo. 
Como conhecer e amadurecer o dom da fé? Por meio da leitura da Sagrada Escritura, por meio da oração, por meio da participação ativa e consciente na comunidade eclesial como lugar privilegiado não somente da celebração da fé, mas também de seu aprofundamento, maturação e manifestação. 
Onde viver este dom tão precioso e significativo? Em nossas famílias, em nossos trabalhos, em nosso convívio social na busca da compreensão sempre mais plena de que somos discípulos-missionários de Jesus Cristo, chamados a testemunhá- lo no que somos e fazemos.