sábado, 31 de março de 2012

Dia de ação social



“A fé sem obras é morta” Tg 2, 17

Na manhã deste último dia de março de 2012 o grupo da Renovação Carismática- Shalom -promoveu ao lado da Igreja Matriz uma manhã de ação social no campo da saúde.
Parcerias foram feitas com a secretaria da saúde e, com isso, as pessoas puderam usufruir de vários profissionais de saúde: Enfermeiros, Odontólogas, Educadora Física, farmacêutica,  e Terapeutas. Alguns destes são do próprio grupo Shalom e outros da secretaria da saúde.
Um pouco antes das 8h da manhã começaram a chegar às primeiras pessoas para serem atendidas.

“Que a saúde se difunda sobre a terra” (Eclesiástico 38,8) é o lema da campanha da fraternidade 2012.

Que este gesto bonito possa ser repetido em outras oportunidades.
Parabéns ao grupo Shalom e o nosso muito obrigado a todos os profissionais que estiveram como voluntários.

 Odontólogas examinando e aplicando flúor
 Aferição de pressão (medir pressão)
 Exame e glicose
 Café da manhã foi oferecido a todos

Massagens






sexta-feira, 30 de março de 2012

Domingo de Ramos: dia da Coleta Nacional da Solidariedade

Neste domingo, dia 1º de abril, dioceses, paróquias e comunidades de todo país celebrarão o Domingo de Ramos, dia em que os cristãos de todo o mundo fazem memória a entrada de Jesus em Jerusalém. É nesta data que a Igreja realiza a Coleta Nacional da Solidariedade, gesto concreto da Campanha da Fraternidade, em que todas as doações financeiras realizadas pelos fiéis farão parte dos Fundos Nacional e Diocesano de Solidariedade.
Voltado para o apoio a projetos sociais, os fundos são compostos da seguinte maneira: 60% do total da coleta permanecem na diocese de origem e compõe o Fundo Diocesano de Solidariedade e 40% são destinados para o Fundo Nacional de Solidariedade. O resultado integral da coleta da Campanha da Fraternidade de todas as celebrações do Domingo de Ramos será encaminhado à respectiva diocese.

50 anos de Colégio dos Cônegos

 
Na cidade de Osasco -SP, bairro Vila dos Remédios, está localizado o COLÉGIO NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS - Colégio dos Cônegos Regulares LATERANENSES.
São cinquenta anos de história, dedicação e educação.
Até 2009 quem estava à frente era o Pe. Sérgio- irmão do nosso pároco - Pe Geraldo.
Hoje é outro Cônego - Pe. Mario Pistor
Os Cônegos também se dedicam na educação da nova geração.
Desejamos a todos os que fazem o Colégio Nossa Senhora dos Remédios outros tantos anos de amor e dedicação ao ensino.









quinta-feira, 29 de março de 2012

Livro de canto

Atenção cantores - Pe. José Floren - já anunciou nova edição do livro de canto

Pe. José Floren pediu a indicação de cantos que nos últimos anos passaram a ser cantados pelas comunidades. Ele conta com a sua sugestão.
É o livro com maior variedade de cantos e preço mais acessível.

quarta-feira, 28 de março de 2012

A loucura da Cruz

 Um lindo texto para ser lido e refletido, lavrado pela mão de Pe. Julio Maria Lombaerde.

Verdadeiramente, nós somos loucos, mas loucos de amor por Jesus Cristo. A obra prima da alegria é a Cruz de Jesus Cristo. Esta cruz, que aos olhos do século parece não ser mais que o símbolo da tristeza, do sofrimento e da dor, é, na realidade, o requinte da ventura; e essa loucura de que fala o apóstolo São Paulo, a do cristão que procura assemelhar-se a Jesus Cristo e por Seu amor se torna como que louco, essa loucura é verdadeiramente o supremo arroubo da felicidade.
Sei, o século não entende assim: um Deus flagelado, ferido, ensangüentado, crucificado, morto, parece-lhe um símbolo absurdo. O homem que o cobre de beijos e lágrimas, que pelo repúdio de sua vaidade e de seu orgulho, pela renúncia de suas paixões, que procura reproduzir em si a Cruz de Jesus Cristo, parece-lhe o cúmulo da loucura.
Que importa, porém, os pensamentos do século?! Se na terra já houve uma alegria completa e inefável, a do Amor Crucificado; se as criaturas humanas já foi dado algum antegosto da felicidade, que ardentemente desejam, elas o acharam no contato com Jesus Cristo.
O mundo físico tem muitas alegrias: a vida, a saúde, a força, o espetáculo das cenas variadas da natureza, o aspecto das montanhas, a extensão dos mares, a beleza das planícies, os brilhos do sol, os próprios ruídos da tempestade são fontes de prazer para o homem.
O mundo intelectual tem muitas alegrias: o simples exercício das faculdades do espírito, a rapidez, o fluxo e o refluxo dos pensamentos, os encantos da poesia, as harmonias da música, os atrativos da forma e da cor, a pintura, a escultura, a arquitetura são para o espírito e o coração do homem fontes de emoções deliciosas.
O mundo moral tem muitas alegrias: o amor da família, da pátria, da humanidade; as tranqüilas afeições do lar; os afetos ardentes da juventude; as profundas meditações da idade madura; uma grande esperança que se alimenta; uma grande vitória que se conquista - tudo isso é para o homem perene, inesgotável manancial de alegria.
Pois bem; resumi numa só as variadas alegrias do mundo físico, as alegrias variadíssimas do mundo intelectual e moral; resumi num só todos os gozos puríssimos da inteligência, todos os prazeres mais delicados da imaginação, vós não tereis senão uma pálida sombra desta infinita alegria que se chama - a Cruz.
Strauss escreveu: - "A Cruz com um Deus morto pelos pecados dos homens é para os crentes não somente o penhor visível da redenção, mas também a apoteose do sofrimento. É a humanidade na sua forma mais triste, com todos os seus membros dilacerados e quebrados; a perfeição do cristão e a maldição do mundo. A humanidade moderna, satisfeita de viver e operar, não pode mais achar em tal símbolo a expressão de sua consciência religiosa; e conservá-lo na Igreja é acrescentar mais uma razão às muitas que já o tornam incapaz de existir. A Cruz é um anacronismo, um sinal de decadência e caducidade".

Que ignorância! A Cruz, o poema predileto da humanidade, é o símbolo que se encontra ainda nos lares, em milhares de corações e em todos os túmulos; a Cruz é o alívio do desventurado, a esperança do moribundo. Na alegria ela enternece; na tristeza ela consola; até mesmo no cemitério, nas sombras da morte, a Cruz é um penhor de vida!

Mas a humanidade ama ardentemente o gozo e o prazer; de fato, ela não procura senão a felicidade. A Cruz, portanto, é só aparentemente a apoteose dos sofrimentos; e a maior das felicidades humanas é a dos corações crucificados.

A Cruz é a obra prima da alegria, porque ela é obra de Deus, e Deus é alegria infinita; e compreende mal a criação, mesmo depois da queda primitiva, quem supõe que a dor representa nas obras de Deus mais que um papel secundário.

No mundo físico não é a dor que prepondera: ninguém pode descrever o número, a grandeza e magnificência de suas alegrias, que envolvem o globo inteiro.

No mundo moral, sem dúvida, existe a dor; mas ela procede da prevaricação do homem, e não de Deus, cuja bondade aponderou-se dela, transfigurou-a, e de tal sorte transformou-a, que a dor tornou-se para o homem, na condição em que ficou colocado depois da queda, uma condição da alegria.

É uma alegria a dor que o homem sente vendo o que há de irregular no mundo físico, de trágico e triste no mundo moral. É uma alegria a dor do arrependimento, a contrição dos pecados, a resignação na desgraça, a paciência no infortúnio, a conformidade com a vontade de Deus em todos os estados e condições da vida. É pela dor que a criação reassume a sua alegria; e por isso a dor entra em tudo que há de dramático e patético na vida humana; e por isso glorificar a dor é uma das mais altas funções da música, da pintura e das escultura; e por isso para a humanidade nada tem interesse real se não tem alguma relação com a dor; e por isso a dor é verdadeiramente para a vida de cada homem uma condição necessária de sua alegria.

Onde, porém, perguntareis, colocar a alegria numa vida como a de Jesus Cristo? Onde ver a alegria naquela Cruz?! Pois a Paixão do Homem-Deus não foi o sumo da dor, e por consequência exclusão de toda alegria?!

Sim; a Paixão de Jesus Cristo foi uma dor real, completa e tão vasta que abrangeu toda a Sua vida, desde o primeiro vagido do Presépio até ao derradeiro gemido do Calvário. É só aparentemente que se distinguem o berço do menino Deus e a Cruz do Varão de dores; na realidade se confundem a manjedoura de Belém e o monte Calvário. Para o menino, pela ciência completa de Sua alma e o pleno uso de sua razão, a previsão de Seus opróbrios e ignominias, de Seus sofrimentos e de Sua morte era já uma paixão substancial.

Se as dores físicas da Paixão não Lhe torturavam já os músculos, os nervos e a carne pela vivacidade da Sua previsão dava-Lhe um horror e tremor correspondentes. Aliás, os sofrimentos da santa infância, agravados pela fraqueza física e a impossibilidade voluntária de as fazer conhecer, foram em Jesus Cristo dores físicas perfeitas. Quanto as dores morais, a santa infância é em toda a realidade o começo da Paixão: o presépio é o Calvário que começa.

Exterior e interiormente, Nosso Senhor sofreu desde o primeiro instante de Sua vida terrestre. Derramou lágrimas, sentiu frio, fadigas, terrores, o desprezo e a perseguição dos homens, e todos os tristes resultados da pobreza e do silêncio a que voluntariamente se condenou. Nasceu fora dos muros de uma cidade, súdito de um imperador romano; ainda menino, teve necessidade do exílio para escapar ao furor de um déspota; os elementos, que Ele próprio tinha criado, o sol, o vento, a chuva, molestaram o Seu corpo infantil; a Sua infância reuniu todas as condições da pobreza, e o pleno uso de Sua razão, a plena ciência de Sua alma, sem dúvida Lhe tornaram penitências cruéis todas as fraquezas que em nós são o resultado do pecado, mas nEle eram os mistérios da Encarnação.

A vista interior que Ele tinha dos pecados de todos os homens; de suas perfídias e ingratidões; das vicissitudes de Sua Igreja; dos combates improfícuos do Amor Divino pela salvação de tantas almas que recusaram, que recusam e que hão de recusar tantos testemunhos da Sua misericórdia, aumentavam sem dúvida, esses sofrimentos exteriores da santa infância.

Onde, portanto, ver a alegria numa existência tão atribulada e na qual ainda mesmo os sofrimentos futuros não eram simples profecias, eram já uma paixão substancial?!

Pois a alegria está ali, a maior das alegrias que tenha feito na terra palpitar um coração. A todos os instantes, desde o Presépio ao Calvário, durante mesmo o abandono na Cruz, e não obstante todos os sofrimentos da Paixão, Jesus Cristo era bem-aventurado, era perfeitamente feliz, Sua alma palpitava de alegria.

Parece-nos impossível no coração de Jesus Cristo a harmonia de uma tão grande alegria com uma tão grande dor; mas isso somente porque não compreendemos as operações das duas naturezas - divina e humana- numa só pessoa, nem compreendemos a dupla vida de viajor e compreensor que a alma de Jesus levava na terra.

Mas a razão esclarecida pela teologia nos diz que a alegria em Jesus Cristo não foi menos real que a dor. A dor teve uma revelação exterior - a Paixão; e por isso vemo-la melhor. Como, porém, poderemos compreender a vida de Jesus Cristo sem a alegria?

Ele era na terra o próprio Verbo revestido da nossa natureza; era o próprio Deus, e não podemos compreendê-lO senão como uma imensa alegria.

Deus é a bem-aventurança, a perfeição, a felicidade, a alegria; e o Verbo de Deus não é senão a infinita alegria do Pai substancial e perfeitamente reproduzida no Filho, unidos ambos por um amor substancial, que não é também senão um coninfinito de alegria.

Mas, se Deus é alegria, tudo que procede de Deus não pode ser senão a alegria.

A criação foi a primeira efusão da alegria; a redenção a segunda, porque a redenção não se fez senão para que o mundo reassumisse o seu destino primitivo.

Sendo o Verbo o próprio Deus e sendo Deus uma infinita alegria, esta alegria que se comunica a todas as Suas obras comunica-se também à Sua humanidade santa.

Que inefáveis alegrias as do Verbo encarnado!

Alegria da perfeição da Sua humanidade; do pleno uso da Sua razão; da perfeita ciência da Sua alma; da Sua soberania e realeza sobre a criação; da completa visão que Ele tem de Deus; da perfeita adoração que Lhe presta; do Seu amor pela Mãe Imaculada que Ele próprio criou; pelos homens Seus irmãos, que veio resgatar; pela Igreja, Sua noiva, que veio esposar; pela própria Cruz, que, desde o primeiro instante da Sua vida terrestre, plantava com gozo inefável no centro do Seu coração, como o símbolo da Sua vitória e o emblema da redenção!


O Criador no seio da Sua criação! Um homem perfeito compreendendo todas as leis do mundo físico, todos os mistérios do mundo moral!

Uma alma humana tendo a visão de todos os enigmas do universo; de todas as vicissitudes da humanidade! Nada Lhe sendo desconhecido no passado, no presente, no futuro!

Ele vê todos os séculos futuros; vê o combate improfícuo de todas as civilizações contra a Sua Cruz; vê o desenvolvimento sucessivo e completo da Sua obra, as Suas vicissitudes, os seus triunfos; vê em toda a série de idades os Seus milhões de adoradores; os milhões de súditos de Sua Mãe; vê a vitória decisiva e final da Sua Igreja; vê, enfim, glorificada a nova humanidade, de que Ele foi o Salvador!

Que alegrias inefáveis! Que júbilo infinito!

Por isso é feliz nas Suas próprias dores; por isso Ele encontra a alegria na própria presciência de Sua Paixão; por isso, ávido, como Ele próprio o dizia, pelo batismo de sangue, na Agonia do Jardim, antecipa o Seu sacrifício e na Cruz do Calvário sacia a sede do Seu amor!

Vede: a Cruz, que aos olhos do século parece não ser mais que um símbolo de tristeza, é, entretanto, a obra prima da alegria; e, portanto, a maior das felicidades humanas é essa loucura de que nos fala São Paulo.

O século sempre entendeu esta loucura erradamente, servindo-se dela para zombar da fé, caluniar o cristão e apresentá-lo como o refugo da natureza humana, cuja ciência consiste em bestializar a inteligência, obliterar o sentimento e atrofiar o coração.

Nunca foi esta a doutrina da Igreja, que, bem longe de assim entendê-lo, quando, no século 17, homens saídos de seu seio, mal interpretando as palavras do Apóstolo, fizeram uma guerra encarniçada à ordem natural, à razão humana, ao desenvolvimento da inteligência e às necessidades legítimas do coração, condenou essa doutrina - o Jansenismo - e reprovou a sua moral.

A loucura da Cruz, como a entende a Igreja, não é, pois, a mutilação do homem; não é a renúncia de seus sentimentos, nem do que eleva o seu espírito, dilata o seu coração e alegra a sua vida.

A doutrina da Igreja, é que a Graça não destrói a natureza: purifica-a, aperfeiçoa-a.

Santo Agostinho dizia que a Encarnação não é senão um vasto sistema higiênico e curativo para a natureza humana; e, se bem compreenderdes este pensamento do egrégio doutor da Igreja, vós tereis a justa idéia do que seja a loucura da Cruz.

Nas práticas da vida cristã, nas humilhações do homem que quer purificar-se, há uma espécie de loucura; mas loucura somente para os instintos depravados da natureza corrompida. Como em todo remédio há uma parte por assim dizer ignóbil, vil, desprezível, repugnante à natureza; há também isso no aparelho curativo da Igreja.

O homem é também doente do espírito e do coração; e os remédios de que precisa esta sua enfermidade são, como os do corpo, duros, amargos, repugnantes à vaidade e ao orgulho.

É uma loucura humilhar-se, abater-se pedir perdão das ofensas, amar os inimigos?! Pois é a loucura da Cruz!

É uma loucura ser casto, renunciar aos gozos animais, rivalizar com os anjos?! Pois é a loucura da Cruz!

É uma loucura repudiar a avareza a ambição da glória, o furor do bem-estar?! Pois é a loucura da Cruz!

Reparai, porém: esta loucura é um verdadeiro remédio, porque nos despoja do velho homem, restaura as partes nobres da nossa natureza, que só se purifica e regenera pela crucificação, isto é, pelo aniquilamento de suas partes más.

E não foi essa loucura que regenerou o mundo, quando, num momento solene da história, para libertá-lo da gangrena romana, foi preciso lavá-lo no sangue das virgens, dos confessores, dos mártires?!

E, hoje, que falta ao nosso século? É justamente a loucura da Cruz!

Porque o homem moderno é tão vaidoso, tão cheio de ambições, tão sensual, tão rebelde? Porque não ama a Cruz de Jesus Cristo e zomba do cristão que procura reproduzi-la em si? Porque na política a impostura, a mentira, a perfídia? Na ciência - o orgulho, na literatura - a luxúria, nas artes - a prostituição do belo, o repúdio de todas as formas nobres da imaginação? Porque o estadista, o sábio, o filósofo, o poeta e o artista não conseguem fazer feliz a humanidade moderna?

Percorrei o mundo inteiro, batei a todas as portas; perguntai aos homens, nos palácios ou nas choupanas, se eles são felizes; e um gemido doloroso saído de todos os corações vos responderá: não, não somos felizes.

Mas porque o homem moderno, no meio de tantos esplendores da civilização material, é verdadeiramente desgraçado?

Porque ele não ama a Cruz de Jesus Cristo.

Vós, homem moderno, podeis pretender todas as glórias: a de terdes surpreendido, com um pedaço e vidro, o infinitamente pequeno nas profundezas da terra, o infinitamente grande nas profundezas do céu; a de terdes dado aos vossos olhos o prodigioso óptico poder de verem no solo o arbusto crescer, a verem no espaço o astro girar; a de terdes reunido nas vossas exposições universais as riquezas espalhadas pelo globo; a de terdes consorciado nos vossos museus as faunas e as floras do mundo inteiro; a de terdes pelejado com os seus ventos e tempestades, medido mesmo a profundeza dos seus oceanos.
Há uma glória, porém, que vós não podeis reclamar: a de terdes medido a inanidade dos vossos prazeres, domado os ímpetos do vosso orgulho, medido a profundeza incomensurável da vaidade universal, que não deixa ver na Cruz de Jesus Cristo a salvação do mundo, e na loucura da Cruz - a sabedoria verdadeira!
Fonte: A Paixão pelo Pe. Júlio Maria de Lombaerde, cruzada da Boa Imprensa - Rio, 1937
Fonte:

Sinal da Cruz

Acostume-se a fazer o sinal da Cruz,se possível muitas vezes ao dia,
e na hora dos nossos inimigos acrescente visíveis e invisíveis.

 A importância de fazer  sinal da Cruz
Sempre que possível, além de abençoar, faça o sinal da cruz na testa de seu filho, marido, esposa, afilhado, sobrinho etc.
Precisamos muito da presença de Deus, para nos livrar de todos os males.

O SINAL DA CRUZ
(†) - Pelo sinal da Santa Cruz, (†) livrai-nos Deus, Nosso
Senhor, (†) dos nossos inimigos,
(†) em nome do Pai, do Filho
e do Espírito Santo. Amém.
   Quantas pessoas fazem o Sinal da Cruz, ou como se costuma dizer, o "Pelo Sinal" antes das orações, ou pelo menos uma vez ao dia?
A impressão que temos é que o número é bastante reduzido, especialmente entre os mais jovens.
A maioria faz, e às vezes de modo displicente, como um “salamaleque”, o "Em nome do Pai", ficando apenas no gesto, sem invocar a Santíssima Trindade.
O Sinal da Cruz é uma oração importante que deve ser rezada logo que acordamos, como a nossa primeira oração, para que Deus, pelos méritos da Cruz de Seu Divino Filho, nos proteja durante todo o dia.
Com este Sinal, que é o sinal do cristão, nós pedimos proteção contra os nossos inimigos.
Que inimigos?
Todos aqueles que atentem contra a nossa pessoa, para nos causar tanto males físicos, quanto espirituais.

O Sinal da Cruz, feito antes de iniciarmos as nossas orações, nos predispõe a bem rezar.
† Pelo sinal da Santa Cruz: ao traçarmos a primeira cruz  em nossa testa, nós estamos pedindo a Deus que proteja  a nossa mente dos maus pensamentos, das ideologias malsãs e das  heresias, que tanto nos tentam nos dias de  hoje e mantendo a nossa inteligência alerta contra todos os embustes e ciladas do inimigo;
† Livrai-nos Deus, Nosso Senhor: com esta segunda cruz  sobre os lábios, estamos pedindo para que de nossa boca só saiam palavras de louvor: louvor a Deus, louvor aos Seus  Santos e aos Seus Anjos; de agradecimento  a Deus, pois tudo o que somos e temos são frutos da Sua misericórdia e do Seu amor e não dos nossos méritos;   que as nossas palavras jamais sejam ditas para ofender o nosso irmão.
† Dos nossos inimigos – esta terceira cruz tem como objetivo proteger o nosso coração contra os maus sentimentos: contra o ódio, a vaidade, a inveja, a luxúria e outros  vícios; fazer dele uma fonte inesgotável  de amor a Deus, a nós mesmos e ao nosso próximo; um coração doce, como o de Maria e manso e humilde  como o de Jesus.
                           Padre Marcelo Rossi

terça-feira, 27 de março de 2012

Ano Sabático de Pe. Adone e votos de Páscoa

Recentemente Pe. Adone nos enviou um cartão de Páscoa e disse que o seu ano sabático está findando.
Ano sabático é um ano de descanso e ao mesmo tempo de um grande retiro. 
Pe. Adone (Ex-Pároco e cidadão solanense) chegou em Jerusalém na Páscoa do ano passado e na desse ano finda a sua experiência de oração. Um ano na terra santa, dos quais três meses foi em Nazaré indo e vindo todos os dias ao Hospital italiano de Haifa para a cura de um câncer.
Todos os dias as quatro horas da tarde ele vai ao Santo Sepulcro. O celebrante entra e incensa.


Queridos e queridas, como é bom e agradável poder chamá-los de amigos e amigas (Jo15,15) irmãos e irmãs no Senhor (Mt 23,8).
Desejo-vos uma feliz Páscoa: cheia dos dons pascais do Senhor.
Faça arder vosso coração no caminhar com e Ele e ouvi-lo!
encha-vos de entusiasmo, em dar o máximo de vocês mesmos para a paz, o amor e o bem.
Não tenham medo de perder-vos em amar, porque Jesus venceu a morte e nos faz participar de sua vida e glória, amando-nos até morrer!!!
Feliz Páscoa!!!


Pe. Adone favrin CRL.

segunda-feira, 26 de março de 2012

1 ano de Pe. José Comblim com Deus

Neste dia 27 de março de 2012 será celebrada às 16h  no Santuário Pe. Ibiapina - Distrito de Santa Fé - Solânea -PB - a santa missa em sufrágio de Pe. José Comblim. 
Missa de primeiro aniversário.
Pe. José Comblim está sepultado ao lado do túmulo de Pe. Ibiapina.

Sepultado à direita 
 
Museu Pe. José Comblim - Santa Fé- Solânea-PB


D. Hélder Câmara e Pe. José Comblim

Nascido em Bruxelas, na Bélgica, em 1923, foi ordenado sacerdote em 1947. Era doutor em Teologia.
Faleceu no Recanto da Transfiguração, em Simões Filho, próximo a Salvador no dia 27 de março de 2011 e foi sepultado no Santuário do Padre Ibiapina.
fonte: wikipedia.org



domingo, 25 de março de 2012

Irmãs Lurdinas abrem casa em Guarabira

Ontem, 24 de março, as 19h, na Catedral de Nossa Senhora da Luz, no centro de Guarabira, aconteceu a Solene Celebração de instalação canônica das Irmãs Lourdinas, sob a presidência do bispo diocesano, dom Francisco de Assis Dantas de Lucena.

Na ocasião, a Ir. Eliane Nascimento de Lima, que é natural da cidade de Guarabira, emitiu os votos perpétuos.

A Casa Religiosa será instalada no bairro Santa Teresinha, em Guarabira, situada à Travessa Bráulio Martins, 38. 

sábado, 24 de março de 2012

Experiência de Oração para jovens

23 a 25 de março
PETI
Jovens a partir dos 12 anos
Organização: Grupo Jesus é o Senhor
RCC de Solânea
25 anos de existência