domingo, 30 de setembro de 2012

PROGRAMA FAMÍLIA ESPERANÇA


Paróquia Santo Antônio - Solânea-PB
O programa Família Esperança
vai ao ar todos os domingos
das 17h às 19h
pela Rádio Integração do brejo - am 680

Tema de Hoje, 30 de setembro: ELEIÇÕES 2012

Apresentação: Pe Carlos +
1º Domingo: Adaelma
2º e 5º Domingo: Jussara
3º Domingo: Pe. Fábio
4º Domingo: Janúbio e Liliane

 Você também poderá ouvir acessando: www.radiointegracaodobrejo.com.br

Participe ao vivo: 083 - 3363 2488
                              083 - 3367 1599        
                                               083 - 9188 6348 (CLARO)
                                           083 - 8133 8686 (VIVO)

Peça sua música e ofereça-a,
faça também seu pedido de oração

sábado, 29 de setembro de 2012

Os anjos, nossos companheiros de caminhada


E Jesus continuou: “Em verdade, em verdade eu vos digo: Vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem” (cf. Jo 1,51). 
São com estas palavras que Jesus encerra o evangelho de hoje. São as maravilhas sobrenaturais de uma realidade que não é deste mundo, diz também o Senhor prestes a ser condenado: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas, o meu reino não é daqui” (cf. Jo 18,36). Quem são os guardas deste mundo espiritual e deste Reino que Jesus fala? Seriam os Anjos? Vejamos:
Hoje celebramos os arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael. O nome fala da missão própria de cada um e anjo fala da natureza. Nós somos humanos dotados de corpo, alma e espírito; os anjos são seres puramente espirituais. Por serem seres espirituais, os anjos bons e maus não podem ter a sua existência provada de maneira experimental e racional; no entanto, a Revelação atesta a sua realidade. Eles são mencionados mais de 300 vezes na Bíblia. Apesar de sua dignidade superior eles são somente criaturas de Deus, nós somos filhos de Deus.
Vejamos o que diz o Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos números:
328 A existência dos seres espirituais, não corporais, que a Sagrada Escritura chama habitualmente de anjos, é uma verdade de fé. O testemunho da Escritura a respeito é tão claro quanto à unanimidade da Tradição.
332 Eles aí estão, desde a criação e ao longo de toda a História da Salvação, anunciando de longe ou de perto esta salvação e servindo ao desígnio divino de sua realização: fecham o paraíso terrestre, protegem Lot, salvam Agar e seu filho, seguram a mão de Abraão, comunicam a lei por seu ministério, conduzem o povo de Deus, anunciam nascimentos e vocações, assistem os profetas, para citarmos apenas alguns exemplos. Finalmente, é o anjo Gabriel que anuncia o nascimento do Precursor e o do próprio Jesus.
333 Desde a Encarnação até a Ascensão, a vida do Verbo Encarnado é cercada da adoração e do serviço dos anjos. Quando Deus “introduziu o Primogênito no mundo, disse: – Adorem-no todos os anjos de Deus” (Hb 1,6). O canto de louvor deles ao nascimento de Cristo não cessou de ressoar no louvor da Igreja: “Glória a Deus nas alturas…” (Lc 2,14). Protegem a infância de Jesus, servem a Jesus no deserto, reconfortam-no na agonia, embora tivesse podido ser salvo por eles da mão dos inimigos, como outrora fora Israel. São ainda os anjos que “evangelizam”, anunciando a Boa Nova da Encarnação e da Ressurreição de Cristo. Estarão presentes no retorno de Cristo, que eles anunciam serviço do juízo que o próprio Cristo pronunciará.
329 Santo Agostinho diz a respeito deles: – “Anjo (mensageiro) é designação de encargo, não de natureza. Se perguntares pela designação da natureza, é um espírito; se perguntares pelo encargo, é um anjo: é espírito por aquilo que é, é anjo por aquilo que faz”. Por todo o seu ser, os anjos são servidores e mensageiros de Deus. Porque contemplam “constantemente a face de meu Pai que está nos céus” (Mt 18,10), são “poderosos executores de sua palavra, obedientes ao som de sua palavra” (Sl 103,20).
Para alcançarmos a santidade Deus nos presenteou com um companheiro de caminhada, que conhece como ninguém a vontade do Senhor: Desde o início até a morte, a vida humana é cercada por sua proteção e por sua intercessão. “Cada fiel é ladeado por um anjo como protetor e pastor para conduzi-lo à vida” (CIC n°336). Ainda aqui na terra, a vida cristã participa na fé da sociedade bem-aventurada dos anjos e dos homens unidos em Deus. Portanto, os anjos são criaturas espirituais que servem ao Senhor e aos homens em relação ao Seu plano divino de salvação. A santidade faz parte da natureza dos anjos, mas para nós seres humanos e limitados pela nossa humanidade ferida pelo pecado, a santidade é uma luta, uma conquista diária, requer vontade firme, renúncias, obediência a Deus e Sua vontade, vida de oração e comunhão com Ele e com os irmãos.
O nosso saudoso Papa João Paulo II afirmou certa vez: “Não tenhais medo da santidade, porque nela consiste a plena realização de toda autêntica aspiração do coração humano. Entre as maravilhas que Deus realiza continuamente, reveste singular importância a obra maravilhosa da santidade, porque ela se refere diretamente à pessoa humana”. E o Sumo Pontífice resume tudo dizendo: “A santidade é a plenitude da vida”. Portanto, Deus Pai, na Sua infinita Misericórdia e Providência, nos presenteia com os santos anjos para nos ajudar como companheiros na dura caminhada para a santidade. Por isso, desde criança aprendemos:
“Santo Anjo do Senhor, meu zeloso e guardador, se a Ti me confiou a piedade Divina sempre me rege, me guarde, me governe, me ilumine. Amém”.

Padre Luizinho – Comunidade Canção Nova

CNBB


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Como entrar na Igreja?


Caro Amigo, 
deseja portar-se na igreja como verdadeiro católico? 
Ao entrar, observe se há a pia de água benta. 
Se há, persigne-se com ela, recordando o seu Batismo, pelo qual você entrou na Igreja. 
Depois, vá até o seu lugar. 
Antes de entrar na fileira dos bancos, faça a genuflexão ao Santíssimo: dobre até o solo seu joelho direito. Depois, já no seu lugar, ajoelhe-se e reze; derrame seu coração ante o Senhor em louvor, adoração e amoroso silêncio. 
Somente depois sente-se e, calma e silenciosamente, pensando nas coisas de Deus, nas coisas da vida e nas coisas do céu, 
espera o início da santa Liturgia! 
É assim que um católico se porta!

Dom Henrique Soares da Costa

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Pe. Paulo Ricardo


Posse em Campina Grande


FESTA DE SÃO FRANCISCO


Assentamento São Francisco – Solânea –PB

25/09/2012
19:30h Missa de abertura das festividades  Pe. Geraldo

26/09/2012
19:30h Novenário: os seguidores de Francisco

27/09/2012
19:30h Missa – Pe. Fábio

28/09/2012
19:30h  Novenário: A decisão de Francisco

29/09/2012
19:30h Novenário: O testemunho de Francisco

30/09/2012
19:30h Novenário: Francisco, apóstolo de Jesus

01/10/2012
19:30h Novenário: A renovação de Francisco

02/10/2012
19:30h Novenário: Francisco Homem simples

03/10/2012
19:30h Novenário: Francisco, homem de fé

04/10/2012
19:00h Procissão saindo da casa de Naide Anselmo
19:30h Santa missa - Pe. Geraldo




quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Dia de São Vicente de Paulo

As 16h
27 de setembro
será celebrada missa no abrigo menino Jesus
em honra a São Vicente de Paulo
por trás da rodoviária de Solânea

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Quem são os irmãos e irmãs de Jesus?


Esta é uma das passagens preferidas daqueles que gostam de diminuir Maria. Aqui, Jesus afirma que Sua mãe e os irmãos d’Ele são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática. Não podemos entrever, nas palavras de Jesus, um desprezo à Sua mãe. Antes, Jesus sabia que não houve uma mulher que fosse tão fiel às palavras de Deus, Seu Pai, senão Maria. Portanto, Jesus exalta aqueles que escutam a Sua Palavra e a põem em prática, a ponto de igualá-los à pessoa que Ele mais tem consideração no mundo: a Sua mãe.
É para mim e para você que Ele dirige esta bem-aventurança. Se nós escutarmos e pusermos em prática Seus ensinamentos, faremos parte da família d’Ele. E “fazer parte da família” implica dizer que teremos os mesmos direitos, os mesmos bens e os mesmos deveres.
Para aqueles que se questionam se Maria teve outros filhos ou não, quero levá-los a meditar no termo “irmão”. No idioma falado naquela região, na época de Jesus, era utilizado para designar irmão ou primo.
“Não é este o filho do carpinteiro? Não é Maria sua mãe? Não são seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? E suas irmãs, não vivem todas entre nós? Donde lhe vem, pois, tudo isso?”(Mateus 13,55-56). A Sagrada Escritura nos dá claros indícios dos supostos “irmãos de Jesus”. Não eram filhos da mãe de Jesus, mas parentes em sentido amplo. A palavra grega Adelphoi, que nos Evangelhos é traduzida por “irmãos”, é equivalente ao vocábulo bíblico e semita “Ah” que significa “parentesco em geral”.
Tanto em aramaico como em hebraico, o termo “Ah” não designa somente os filhos dos mesmos genitores, mas também os primos ou parentes mais distantes, devido a pobreza vocabular dessas línguas, como pode ser observado em Gênesis 13,8-14; 29,12.15; 31,23; I Crônicas 23,21-23; II Crônicas 36,10; II Reis 36,10; I Samuel 20,29; Juizes 9,23.
A certeza é que ela concebeu Jesus virgem e permaneceu virgem após o parto inexplicavelmente (mistério de fé); após sua morte, ela subiu aos céus sem pecado. O próprio Catecismo da Igreja Católica considera o ato sexual, no matrimônio, uma bênção de Deus. Considera José como castíssimo esposo. No entanto, a nossa visão de castidade é um pouco distorcida: castidade não significa abstinência sexual, mas a vivência da sexualidade de forma sensata e coerente, respeitando o tempo de viver cada etapa da vida.
A união com Jesus não se acontece por vínculos de sangue ou raça, mas pela união ao amor misericordioso do Pai que vem libertar e trazer vida a todos os homens e mulheres. Frequentemente, as famílias se fecham em torno de tradições e de interesses particulares, até excludentes. Jesus amplia um conceito tradicional e hermético de família para um conceito aberto e solidário, com uma dimensão universal. Na medida em que a família se comprometa com “o fazer a vontade do Pai” ela se abre à partilha, à solidariedade e à acolhida aos mais excluídos e empobrecidos, sem preconceitos e com amor.
Jesus indica, assim, o parentesco espiritual que O liga ao povo que resgatou. Os Seus irmãos e irmãs são os homens santos e as mulheres santas que tomam parte com Ele na herança celeste. A Sua mãe é toda a Igreja, porque é ela quem, pela graça de Deus, gera os membros de Jesus Cristo. Sua mãe é também toda a alma santa que faz a vontade do Pai e cuja caridade fecunda se manifesta naqueles que gera para Ele, até que Ele mesmo neles seja formado (Gl 4,19).
Maria é, certamente, a mãe dos membros do Corpo de Cristo, isto é, de nós mesmos, porque, pela sua caridade, cooperou para gerar, na Igreja, os fiéis que são os membros do corpo místico de Jesus.
Padre Bantu Mendonça

Liturgia das Horas

Aluno: Antônio Dias da Costa
Prof.ª: Elza Helena Abreu
Natureza do trabalho: Fichamento  


A LITURGIA DAS HORAS CAMINHO DE SANTIDADE
Frei Alberto Beckäuser, OFM

 Em 1971 foi publicada a Liturgia das Horas renovada em quatro volumes, na sua versão portuguesa para o Brasil, segundo a mente do Concílio Vaticano II. Ela é louvor da Igreja pelo mistério de Cristo, a partir da luz, do ritmo do dia, semana e ciclo anual. Através dela estabelece-se um ritmo de conversão permanente, em crescimento, em busca da perfeição da caridade, do “sede santos porque Deus é santo” (IPd 1,16), do “sede perfeitos como vosso Pai do céu é perfeito” (Mt 5,48).

As Comunidades religiosas “representam de modo especial a Igreja orante. É imagem da Igreja que, sem cessar e em uníssono, louva o Senhor. Elas cumprem o dever de colaborar na edificação e progresso de todo o Corpo Místico de Cristo no bem das Igrejas particulares. É Jesus Cristo orando na voz da Igreja e a Igreja orando na oração de Jesus Cristo. É louvor da Igreja pelo mistério de Cristo.

      Houve tempos em que o breviário era como o símbolo do padre – pastor. E hoje? D. Clemente José Carlos Isnard escreve em sua apresentação: “Bem usada, a Liturgia das Horas dispensa livros de meditação e pode nutrir substancialmente a vida espiritual e ação apostólica de quem dela faz uso”.
      Toda a Igreja e, de modo especial, os presbíteros, são convocados para um confronto com Cristo, a Boa nova. Especial os presbíteros, pois o bispo o interrogou no dia da ordenação diaconal  – “Queres de acordo com o teu estado, perseverar e progredir no espírito de oração e, neste mesmo espírito, segundo tuas condições, realizar a Liturgia das Horas  com o Povo de Deus em seu favor e pelo mundo inteiro?”. Na ordenação presbiteral, ele reassume este compromisso. O bispo interroga: “Queres implorar conosco a misericórdia de Deus em favor do povo a ti confiado, sendo fielmente assíduo ao dever da oração?”. Cada hora que ele reza são confrontos, conversões.
           
Caminho de conversão continuada e permanente
      
    Pela Liturgia das Horas estabelece-se um ritmo de conversão permanente. Conversão em crescimento, que perpassa toda a vida do cristão em busca da perfeição da caridade, do “sede santos porque Deus é santo”. Toda a Igreja é convocada no decorrer do dia a se confrontar com Cristo, a Boa-nova. Realizam-se cinco (sete) confrontos, cinco conversões diárias.

        Laudes: surge um novo dia como dom de Deus. Sol, imagem do Senhor criador do universo. Por ele somos convidados a saudar e acolher o Deus da vida. O hino nos lança neste mistério. O salmo matinal nos leva a celebrá-lo. O cântico nos leva a viver um acontecimento pascal da história da salvação, em Cristo Jesus, e o último salmo nos convida ao louvor. A leitura breve nos propõe um programa de vida como ressuscitados em Cristo pelo batismo. O Benedictus, momento evangélico de louvor matinal, “sobre nós fará brilhar o Sol nascente...”. As preces abrem o coração para consagrar o dia ao Senhor. Brota a oração do Senhor. Abençoados pelo Senhor, podemos transformar o nosso dia numa benção para o próximo.

          Hora Média: no meio do dia e do calor, o cansaço nos convida a uma pausa. Lembram-nos os passos da Paixão do Senhor e os primeiros passos da Igreja nascente: o Pentecostes, o anúncio do Evangelho e o martírio. Os salmos são em geral de perseguição, e de calúnias, damos em Cristo voz ao que sofre hoje a paixão de Cristo. A leitura breve apresenta-se como uma exortação à fidelidade e à perseverança no grande mandamento da caridade.

        Vésperas: são os louvores vespertinos. Chegados ao fim da jornada, agradecemos a Deus pelo o bem que recebemos, a partir do grande bem da salvação, realizado por Cristo nos mistérios da tarde: seu sacrifício redentor da cruz, o novo mandamento da caridade, os sacramentos da Igreja, o próprio dom da Igreja que jorrou do seu lado aberto na Cruz. O hino nos lança nesses mistérios com a garantia do prêmio. Pelos salmos rendemos graças a Deus por todo o Bem recebido. O cântico do novo testamento constitui uma exultação pascal de louvor ao cordeiro imolado e vitorioso. Pelo Magnificat, na voz de Maria, a Igreja dá graças pela salvação recebida. As preces são de intercessão. O Pai nosso nos lança na grande oração universal.

      Completas: não se insiste no seu aspecto comunitário. Quer ser a última oração do dia, antes do repouso. Desdobra o aspecto escatológico já presente nas vésperas. Os Salmos são de reconciliação, de confiança e de esperança. Como o velho Simeão, podemos repousar em Deus. O Responsório breve, a Oração final e a Antífona de Nossa Senhora também estão na linha de confiança e esperança escatológica.

      Oficio das Leituras: é por excelência uma leitura orante da Palavra de Deus. Tem caráter de uma vigília e de louvor noturno, mas pode ser realizado a qualquer hora do dia. Tem caráter de diálogo entre Deus e o ser humano, pois a ele falamos quando oramos, a ele escutamos quando lemos os oráculos divinos.

      O exercício da oração pela Liturgia das Horas estabelece um ritmo constante de vivência do mistério pascal de Cristo, na experiência diária do tempo. Alarga-se na vivência semanal do mesmo mistério. Tem como fonte de energia o Domingo, dia que contemplamos o mistério da vida, contemplado na Ressurreição de Cristo e dos cristãos. Na segunda-feira, o Mistério de Pentecostes. Na terça-feira, a missão da Igreja que se realiza na evangelização e em todo o apostolado.  Na quarta-feira, a dimensão martirial como conseqüência do testemunho. Na quinta-feira, sobressaem os mistérios da ceia derradeira, o mandamento do amor, o sacerdócio ministerial, e a Eucaristia. Na sexta-feira, o Mistério da Paixão e Morte do Senhor, convocando para o perdão e a penitência. No sábado, a dimensão escatológica do mistério de Cristo, contemplado em Maria.

O sentido cristão dos salmos

    Os salmos e os cânticos do Antigo Testamento constituem uma verdadeira escola de oração, pedra de toque da Liturgia das Horas como caminho de santidade.

Quem salmodia se fixa na importância que o texto contém para a vida humana dos que crêem.  “Expressam muito bem as dores e esperanças, a miséria e a confiança dos seres humanos de qualquer época ou nação, sobretudo a fé em Deus, e cantam a revelação e a redenção” (IGLH 111). No saltério, cada salmo é precedido de um título que indica seu sentido e sua importância para a vida humana de quem crê.

        Os salmos constituem uma síntese orante da história da salvação. É Palavra de Deus. Neles vemos Deus falando e revelando-se na resposta orante do ser humano; nas situações mais diversas. Experiência profunda de Deus da parte do ser humano.

       A maioria dos salmos estão redigidos na primeira pessoa do singular. Devemos, então, aprender a alargar, a traduzir este eu. O eu dos salmos é a humanidade inteira e o mundo inteiro no Cristo. Diz Santo Agostinho: “Reconheçamos, pois, a nossa voz nele, e a sua voz em nós”


BIBLIOGRAFIA
BECKÄUSER, Alberto. A Liturgia das Horas, caminho de santidade: REB. 220 (1995) 788-814



domingo, 23 de setembro de 2012

50 anos

O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Solânea
celebra neste domingo, 23
50 anos de existência.
Logo cedo foi oferecido  café da manhã para os trabalhadores
Às 9h, celebração da santa missa em ação de graças.
Missa celebrada pelo nosso vigário paroquial - Pe. Fábio
e com a presença de Monsenhor José Fidélis - fundador do respectivo sindicato.
Logo após a missa segue-se a apresentação da história do sindicato
almoço
e músicas da região

A Paróquia Santo Antônio
parabeniza o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Solânea
pelos 50 anos de presença e apoio
ao povo do campo. 





sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Formação Litúrgica 21 a 23 de setembro

Pessoas das mais variadas paróquias e áreas pastorais de nossa Diocese de Guarabira
Já estão em Santa Fé – Solânea-PB,
para formação litúrgica sobre a liturgia da Palavra,
o ministérios de leitor e salmista,
e celebração da palavra de Deus.
O encontro de formação litúrgica começou as 18h com a janta,
seguida de apresentação, oração e formação propriamente dita.
Segue até domingo, 23 de setembro.

Temos como assessor Pe Assis, 
diocese de Campina Grande

Memorial das vítimas do trânsito


Semana Nacional do Trânsito 18 a 25 de setembro.

Tema: NÃO EXCEDA A VELOCIDADE, PRESERVE A VIDA. 
 Em Santa Fé tem o primeiro memorial do nordeste para as vítimas do Trânsito. No Brasil morrem 143 pessoas por dia em decorrência de acidentes de trânsito

... E as cruzes estão aumentando....

Assinatura


Lembramos aos assinantes do periódico LITURGIA DIÁRIA
que a renovação ou assinatura
 já pode ser feita na secretaria paroquial.

A assinatura anual (12 exemplares) custará R$40,00.
Tal valor poderá ser pago em até 02 x RS20,00.
(Setembro e Outubro)

Esquema para exame de consciência


O exame de consciência visa preparar o fiel para uma boa confissão.
Confissões em Solânea
De terça-feira a Sexta-feira
das 8h às 11h
ao lado da secretaria paroquial
Ou combine com um dos padres um horário adequado pra você


O senhor disse: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração”
O meu coração está voltado inteiramente para Deus ou, pelo contrário, tenho me preocupado mais com as coisas terrenas?
Tenho verdadeira fé em Deus, que nos falou através dos profetas e de Jesus Cristo?
Tenho aceitado com firmeza a doutrina da Igreja?
Tenho preocupado em ser formado na fé cristã, ouvindo a Palavra de Deus, prestando atenção nas homilias, participando das catequeses e encontros formativos?
Tenho professado a fé em Deus e na Igreja, mesmo nos momentos difíceis da vida, como por exemplo, diante da morte de alguém que amava?
Tenho sido um verdadeiro cristão no trabalho e em todos os lugares ou tenho vergonha de professar a minha fé fora da Igreja?

O senhor disse: “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei”.
Tenho feito às orações da manha e da noite?
Tenho respeitado o nome de Deus ou tenho jurado seu santo nome em vão? Tenho respeitado os santos e à Virgem Maria?
Tenho participado da missa aos domingos e dias santos?
Tenho me confessado pelo menos uma vez por ano?
Tenho acreditado no espiritismo e nas macumbas? Sou supersticioso?
Tenho desprezado e sido preconceituoso com alguma pessoa?
Tenho me preocupado com o bem e o progresso da comunidade em que vivo, ou somente com minhas vantagens pessoais?
Tenho entregado o dízimo para ajudar a comunidade e como gratidão a Deus por tudo o que de bom Ele me concede ou tenho gastado o que a Ele pertence?
Tenho sido justo, responsável e honesto em meu trabalho?
Pago justamente os meus empregados?
Tenho obedecido às autoridades constituídas?
Tenho sido leal e verdadeiro? Ou tenho prejudicado os outros com palavras falsas, calúnias, violação de segredos?
Tenho prejudicado a vida, a boa fama, honra ou bens do próximo? Tenho aconselhado alguém a praticar o aborto? Pratiquei o aborto?
Tenho odiado o próximo? Tenho me afastado do próximo por desentendimentos, inimizades ou injúrias?
Tenho sido obediente aos meus pais, respeitando-os e ajudando-os em suas necessidades materiais e espirituais?
Tenho me preocupado pela educação cristã dos filhos, ajudando-os com o bom exemplo e a autoridade paterna? Tenho sido fiel ao meu (minha) esposo( a) eu meus desejos e relações com os outros?
Tenho roubado, prejudicado ou desejado injustamente os bens do próximo?
Tenho estado pronto para perdoar ou fazer as pazes, por amor de Cristo? Ou tenho guardado ódio ou desejos de vingança?

O senhor Jesus Cristo disse; “Sede perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito”.
Acredito que depois da morte Deus nos preparou um lugar e nos ressuscitará ou, pelo contrário, acredito que voltaremos novamente a terra em outros corpos?
Tenho me esforçado para progredir na vida espiritual, por meio da oração, da leitura e meditação da Palavra de Deus?
Estou disposto a reprimir os vícios?
Tenho sido soberbo e vaidoso, menosprezando os demais e julgando-me maior do que os outros?
Tenho imposto aos demais os meus desejos e a minha vontade, sem respeitar sua liberdade?
Que uso tenho feito dos talentos, os dons que recebi de Deus?
Tenho suportado com paciência as dores e dificuldades da vida?
Tenho praticado a esmola e o jejum?
Tenho guardado o meu corpo me abstendo de ter relações sexuais fora do casamento?
Tenho manchado meu corpo com más ações, palavras e pensamentos impuros? Tenho consentido em maus desejos?
Tenho me entregue as leituras, conversas, espetáculos e diversões desonestas?
Tenho olhado fotos e imagens pornográficas?

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A ve Maria - Investimentos do dízimo


A comunidade Ave Maria
(Imaculada Conceição)
Recebeu recentemente forro e lustres
Graças às ofertas e dízimo dos fiéis daquela comunidade



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Unção


Unção dos Enfermos: Combinar com os padres. Não espere o último momento.


Confissões e aconselhamento

Pelas manhãs (terça a sexta) 
das 8h às 11h 
na Secretaria Paroquial

Utilidade pública



*#06#
Digitando as teclas acima em seu celular
você descobrirá o Imei do aparelho
com ele, em caso de roubo,
você liga para sua operadora,
repassa o número do Emei
e pode pedir o bloqueio do aparelho.
Uma vez bloqueado 
o aparelho não serve mais para nada
Independente de trocar o chip e por outro.
Se todos fizessem isso
Não teria tanto roubo de aparelhos celulares.

Obs: o Número do Emei também consta na nota fiscal do aparelho.


Um católico pode ser maçon?


terça-feira, 18 de setembro de 2012

O poder da lingua


Conta-se que certa vez um mercador grego, rico, ofereceu um banquete com comidas especiais. Chamou seu escravo e ordenou-lhe que fosse ao mercado comprar a melhor iguaria.
O escravo retornou com belo prato. O mercador removeu o pano e assustado disse:
-Língua ?!! Este é o prato mais delicioso ?
O escravo, sem levantar a cabeça, respondeu:
- A língua é o prato mais delicioso, sim senhor. É com a língua que pedimos água...dizemos “mamãe”, fazemos amigos, perdoamos. Com a língua reunimos pessoas, dizemos “meu Deus”, oramos, cantamos, dizemos “eu te amo”...
O mercador, não muito convencido, quis testar a sabedoria de seu escravo, e o mandou de volta ao mercado, desta vez para trazer o pior alimento. O escravo voltou com um lindo prato, coberto por fino tecido. O mercador, ansioso, retirou o pano para conhecer o pior alimento.
-Língua, outra vez?!! Disse, espantado.
-Sim, língua, respondeu o escravo. É com a língua que condenamos, separamos, provocamos intrigas e ciúmes, blasfemamos. É com ela que expulsamos, isolamos, enganamos nosso irmão, xingamos pai e mãe... Não há nada pior que a língua; não há nada melhor que a língua. Depende do modo que a usamos. Muitos males têm sido causados por uma só palavra ou frase proferida . Diz um ditado que “falar é prata, calar é ouro”. Palavras ferem, matam, magoam, semeiam dúvidas, fazem pecar, geram ódio...e muitas vezes quem diz o que quer, ouve o que não quer. Uma palavra, uma frase, podem doer mais que a dor física. A dor física pode cessar com um medicamento, mas a dor provocada por uma palavra ou frase, muitas vezes nem o tempo apaga, e, quando apagada, costuma deixar cicatrizes.
O pecado da língua é tão sério que ocupa todo o capítulo 3  e parte do capítulo 4 da epístola de Tiago, no Novo Testamento.
A Bíblia nos ensina que “os lábios do justo apascentam a muitos, mas por falta de senso, morrem os tolos” (Provérbios 10:21)
Jesus, censurando os fariseus, disse-lhes que “a boca fala do que está cheio o coração” (Mateus 12:34), e advertiu: “Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo; porque pelas tuas palavras serás
justificado e pela tuas palavras serás condenado” (Mateus 12:36-37).
O piloto de um navio dirige-o para qualquer direção controlando um pequeno leme. Da mesma forma um cavalo é dirigido por nós quando lhe pomos freios na boca.
Sejamos vigilantes sobre o uso da língua, e, “deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros” (Efésios 4:25).
Que possamos usar nossa língua para dizer o quanto amamos nossos parentes e amigos; para perdoar a quem nos ofende, para pedir perdão a quem ofendemos, para oferecer ajuda ao necessitado, para elogiar, para ensinar, para proclamar a paz, para repelir a guerra, as fofocas, as intrigas, a inveja, a maledicência.

Crismandos fizeram retiro

A comunidade Santa Mônica
recebeu neste domingo, 16/09
jovens crismandos das comunidades de Solânea
para o retiro em preparação 
ao sacramento do Crisma. 

























Fotos: facebook

sábado, 15 de setembro de 2012

Festa de Nossa Senhora das Dores - Solânea

A Igreja Católica celebrou, neste 15 de setembro,
O dia de Nossa Senhora das Dores.
Em Solânea temos uma comunidade a ela dedicada.
Está no conjunto Pe. Cicero.

Às 19h a procissão com a imagem de Nossa Senhora das Dores
saiu da casa de Itamar.
Muitos fiéis acompanharam.
Pessoas da comunidade Matriz, São José e Sagrada Família
também estiveram no encerramento da festa,
uma das mais bonitas dos últimos anos.
Nossas felicitações e sinceros agradecimentos ao grupo da RCC – Jesus é o Senhor
Pelo trabalho que vem desempenhando naquela comunidade.
A missa foi presidida pelo nosso vigário Pe. José Carlos, crl




HOMILIA
NOSSA SENHORA DAS DORES
SEMINARIO MATER ECCLESIAE 2012

Festa que completa a festa de ontem sobre a Exaltação da Cruz: “A cruz de Cristo também forma parte do Kit do seguidor de Cristo”.

 Maria foi a primeira em participar da cruz de seu filho Jesus. Simeão profetizou esta participação com a imagem de uma espada: “uma espada traspassará a alma”.

 Falemos dessa espada: quem é essa espada, o que fez essa espada em Maria, como Maria reagiu diante dessa espada, e o que quer fazer em nós.


 1. Quem é essa Palavra? Diz santo Ambrósio, seguindo o que diz Hebreus 4, 12, é a Palavra de Deus, o Logos, que é Cristo. “A Palavra de Deus é viva e eficaz, mais penetrante do que una espada de dois gumes e atinge até a divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hebr 4, 12).

 A palavra “espada” sai 399 na Bíblia. O que significará?
 Gn 3,24: “Os querubins armados de uma espada flamejante para guardar o caminho da arvore da vida”.
Apoc 19, 21: “Os demais foram mortos pelo Cavaleiro (Cristo) com a espada que lhe saia da boca”.

São Paulo diz que devemos levar a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus (Ef 6, 17). Só a espada é dedicada ao combate. As outras armas, não: couraça da justiça, o escudo da fé, o capacete da salvação...porque a nossa luta é contra príncipes do mundo tenebroso, forças espirituais do mal.

 2. O que fez essa espada em Maria?
Essa espada foi aos poucos se cravando e penetrando na alma de Maria, na sensibilidade de Maria, na afetividade de Maria. Logicamente também seu corpo participava do sofrimento do espírito. E provocou, como nos diz a tradição da Igreja, 7 dores terríveis em Maria:

 ·     A profecia de Simão: uma espada de dor atravessará teu coração.
·     A fuga a Egito. Que dor para essa Mãe!
·     A perda de Jesus no templo durante três dias. Que terrível pesadelo e dor!
·     Encontro de Jesus no caminho ao Calvário.
·     Ver a seu filho morrer na cruz, humilhado...
·     Lança do soldado também atravessou a alma de Maria.
·     Sepultura de Jesus.

A espada da Palavra o que fez em Maria?  Quando essa Palavra entrou e penetrou na vida de Maria atingiu a alma de Maria, convertendo-a, não só em Mãe do Redentor, mas também em Mãe dos redimidos, de cada um de nós. Autêntica mudança substancial na alma e no coração de Maria! Nova missão!

 Por tanto, Maria participou realmente e cooperou misticamente no Sacrifício de Cristo para salvar a humanidade. Que nobre missão! É verdade que ainda não foi proclamado o quinto dogma pelo Papa: “Maria corredentora” para não obstaculizar o esforço pelo ecumenismo. Mas implicitamente a Igreja considera a Maria como corredentora desde o século IV. Diz santo Agostinho: “Cristo com a sua Paixão nos redimiu...e Maria com a sua Com-Paixão”. Ambas, Paixão e Compaixão foram simultâneas. A espada da Palavra de Deus entrou na alma de Maria e produziu essa mudança de vida e de missão..

 3. E o que nos diz a nós esta festa?  Sabemos que essa espada, como espada de Dâmocles, cai continuamente sobre a cabeça de nós cristãos. Também sobre nós essa espada está nos esperando em cada canto de nosso dia-a-dia, se quisermos acompanhar a Cristo na obra da Redenção e elevação da humanidade...e levar o espada com o sangue bendito de Cristo que sara, limpa, consola, defende do Mal.

 São Paulo diz que devemos completar na nossa carne o que falta ao sofrimento de Cristo, pelo seu corpo que é a Igreja (Col 1, 24). Por tanto, há algo –e muito!- a ser completado no corpo místico de Cristo, que é a Igreja. Muito a ser purificado, santificado, limpado e defendido por essa espada.

Essa espada ensanguentada com o sangue de Cristo tem que atravessar a cada um de nós, para matar em nós o que não é digno de nossa condição de cristãos ou está podre, como a espada de Hamlet ao matar ao rei adúltero Claudio no drama de Shakespeare. Essa espada de Cristo tem que atingir nossa afetividade e purificá-la. Essa espada de Cristo em que entrar na nossa vontade e inocular nela a força da graça para fazê-la forte e decidida. Temos que levar essa espada ensanguentada de Cristo no nosso mundo e deixar que toque nossa boca para que só preguemos a mensagem divina com a espada da Palavra de Cristo que tem a força para animar, consolar, curar, purificar.

 Bela festa que nos lembra: sem dor e sem sofrimento não podemos ser dignos discípulos de Cristo...porém, marcados com o sangue do Cordeiro (Apoc 12,11) seremos reconhecidos no dia do juízo final e entraremos limpos no banquete celestial, onde está Cristo e Maria a sua direita.

 Seja louvado nosso Senhor Jesus Cristo e Maria Dolorosa!

Pe Antonio Rivero, L.C.