quarta-feira, 31 de outubro de 2012

FINADOS EM SOLÂNEA


MISSAS
7:30h no Cemitério Municipal
19:30h Matriz Santo Antônio
19:30h Comunidade São João Batista
Fiéis Defuntos
Missa pelos mortos?

PASSAGENS BÍBLICAS SOBRE MORTE E RESSUREIÇÃO


Os homens devem morrer uma só vez. (Hebreus 9, 27).

-Rezar pelos mortos – (2 macabeus 12, 38-45).

- Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá. Crês nisto? (João 11, 25-26).

-Se Cristo não ressuscitou ilusória é a vossa fé (1 Cor 15, 17).

-Assim como todos morrem em Adão, em Cristo todos receberão vida (1 Cor 15,22).

-Vou preparar para vós um lugar. Quando este lugar tiver preparado voltarei e vos levarei comigo a fim de que estejais onde estou (Jo 14, 1-6).

-Deus quer que todos os homens sejam salvos (1 Tm 2,3).

-Quem não nascer da água e do espírito não pode entrar no Reino de Deus (Jo 3, 3).

- Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado (Marcos 16, 16)

-Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida (João 8, 12).

-Quem nos separará do amor de Cristo? Nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nada nos poderá separar do amor de Cristo (Rm 8, 35)

-Vinde benditos de meu Pai, recebei por herança o Reino preparado para vós desde a criação do mundo. Mt 25, 34

-Deus que ressuscitou o Senhor, também nos ressuscitará a nós pelo poder (1 Coríntios 6, 14).

-Este é o pão que desceu do céu, para que não morra todo aquele que dele comer. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo. A essas palavras, os judeus começaram a discutir, dizendo: Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne? Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia (Jo 6, 50-54).

Milhares de Jovens se reúnem para JDJ em Guarabira


A Diocese de Guarabira, através do Setor Diocesano da Juventude realizou neste domingo (28), Dia Nacional da Juventude (DNJ), a 2ª Jornada Diocesana da Juventude - JDJ, com o tema: “Qual vida vale a pena ser vivida?”. Cerca de dois mil jovens participaram do evento representando todas as paróquias da Diocese, que em preparação à JDJ celebraram de 21 a 27, a Semana da Juventude 2012.

A JDJ 2012 teve início com uma acolhida aos jovens e café partilhado, em frente à Catedral de Nossa Senhora da Luz. As caravanas vindas de todas as cidades da Diocese foram acolhidas ao som da Bandinha do EJC. Logo após, a juventude participou da Celebração Eucarística, presidida pelo Bispo Diocesana Dom Lucena e concelebrada por vários padres. Durante a Celebração um grupo de jovens  conduziu até o altar (Presbitério) uma réplica da Cruz Peregrina, símbolo da JMJ, que foi aclamada pela multidão presente na Catedral. Para Dom Lucena, a Semana da Juventude realizada nas Paróquias e a JDJ "vão proporcionar aos jovens bons projetos e bons frutos".
Ao final da Santa Missa, os jovens, assumindo o discipulado de Jesus: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações! (cf Mt 28, 19) seguiram em caminhada, conduzindo a réplica da Cruz Peregrinada, até o Ginásio do Colégio Estadual, onde foram realizadas, durante todo o dia, diversas atividades: animação, palestra, apresentações de grupos, troca de experiências da Semana da Juventude e Adoração ao Santíssimo Sacramento.

O encontro que também serviu de preparação pra a JMJ Rio2013, foi marcado por muita oração, animação e pelo entusiasmo dos jovens que no finalzinho da tarde ainda foram contagiados pelo som do Trio Elétrico ‘'Raça''e da Banda ‘'Teto-Elétrico ‘'da Cidade de Campina Grande-Pb, além da Banda da Comunidade ‘'Missão Resgate'', que também animou toda a comunidade jovem da Diocese de Guarabira. A animação durou até às 18h30, quando o evento chegou ao seu término.


























Fonte: Diocese de Guarabira

terça-feira, 30 de outubro de 2012

A dimensão escatológica do matrimônio


Autor: Antonio Dias da Costa.
4º ano de Teologia - UNISAL
A dimensão escatológica do matrimônio
A Igreja é no mundo não algo em si mesma, caso contrário perderia seu sentido e sua presença seria ofuscada pelas adversidades da vida, mas ela transcende a si mesma, ou seja, ela é “sinal e instrumento sacramental, antecipação simbólica da reunião e reconciliação final e da paz escatológica entre os povos”,[1] ou seja, o matrimônio como sinal sagrado evidencia esta abertura e esperança escatológica.
No Evangelho de São Marcos 2, 19s Jesus responde aos fariseus com a dimensão da festa dos noivos, simbolizando que aquele momento também pode ser um sinal ou um meio de participar da alegria e da plenitude dos tempos.
Em Mateus 22, 1-4 no banquete nupcial vemos diversos traços alegóricos para trabalhar a questão do juízo final. Por isso, celebrar bem um matrimônio cristão tem a perspectiva de estar celebrando antecipadamente as bodas escatológicas.
Segundo Kasper:
A glorificação escatológica de Deus significa, por conseguinte, humanização do ser humano. Por isso, a reserva escatológica é, simultaneamente, a fonte da liberdade cristã dentro do matrimônio; é ela que estabelece a constante ligação dos cônjuges com Deus, impedindo que escravizem mutuamente.[2]
O matrimônio é algo transitório deste mundo que também o é. Logo, ele tem que estar de acordo com os preceitos que levem o casal não a um sofrimento humano, que aniquila a sua liberdade, mas deve-se perceber as riquezas e valores deste sacramento, levando o casal à sua plenitude na liberdade de filhos de Deus.



[1] KASPER, Walter. A dignidade sacramental do matrimônio. In: Teologia do matrimônio cristão. São Paulo: Paulinas, 1993, p. 44.
[2] Ibid., p. 45.

A dimensão pneumatológica e trinitária do matrimônio


Autor: Antonio Dias da Costa.
4º ano de Teologia - UNISAL
A dimensão pneumatológica e trinitária do matrimônio
O amor do Pai para com toda a humanidade é constituído no Filho. E a geração do Filho provém do amor do Pai, sendo que a relação do Pai e do Filho é uma relação dialógica da qual procede o Espírito Santo. Assim o matrimônio tem uma estrutura trinitária, bem como os demais sacramentos.
O sacramento do matrimônio, como os demais, tem uma estrutura trinitária, isto é, significa a intervenção de Deus como Pai do qual procede frontalmente todo amor e todo dom; como Filho que manifesta e realiza tal amor de forma privilegiada, por sua encarnação, vida, morte e ressurreição; como Espírito que, sendo a mesma relação de amor entre o Pai e o Filho, dinamiza historicamente este amor, sobretudo na Igreja e pela Igreja, para conduzir a história à sua plenitude.[1]
Esta proposição nos revela a relação amorosa entre a Trindade Santa, a qual age no meio de todos os sacramentos da Igreja, dando à Igreja um novo Pentecostes, pois sem Ele, o Espírito Santo, a Igreja não teria essa dinamicidade para enfrentar as sombras do mundo ao longo de sua história, de modo particular de viver e testemunhar o dom do amor entre os cônjuges. Logo, “o Espírito não só é princípio e fundamento, causa e virtude dos sacramentos; é também seu fruto e seu dom”.[2]
Paulo quando escreve à comunidade de Éfeso afirma que a aliança matrimonial é igualmente uma aliança no espírito, e o amor dos esposos é um amor que encontra sua solidez no Pneuma, como princípio de renovação e comunhão definitivamente (Ef 2,22; 4,4-6).
Imaginemos um casal que vive sob a moção do Espírito, como dom, entrega e amor um para com o outro, este casal torna-se imagem da Trindade Santa, pela vida de oblação, gratuidade no Espírito, logo podemos fazer uma analogia do matrimônio com a vida de comunhão trinitária, como bem evidencia Borobio:
O matrimônio-família é o símbolo vivo que melhor exprime o mistério da vida trinitária: assim a unidade na diversidade singular das pessoas divinas encontra seu reflexo e imagem na unidade que respeita a singularidade de marido e mulher; a comunhão no amor trinitário que cria a perfeita comunidade, é o modelo que simboliza na comunidade no amor matrimonial-familiar; a doação participativa do amor para o bem universal, significa igualmente a referencia trinitária de um amor esponsalício, que não pode encerrar-se em si mesmo, mas que se abre nos filhos à humanidade inteira.[3]
         Esta analogia da vida matrimonial-familiar com a Trindade Santa, mostra que ambos abrem-se para viverem intensamente uma relação dialógica e amorosa com o outrem, totalmente diferente, mas que tem um projeto de vida em comum: a salvação das almas, a educação e a vivência do amor entre os mesmos, fecundando o mundo com o germe do agradável perfume da Trindade: o amor incondicional, livre e gratuito pela humanidade, criada à sua imagem e semelhança. E por fim, esta relação trinitária, ou do casal humano para viver a dimensão gratuita e oblativa do amor, tem um fim último, a vida eterna em Deus. Vejamos, portanto, a dimensão escatológica do matrimônio cristão.



[1] Ibid., p. 471.
[2] Ibid., p. 473.
[3] Ibid., p. 473.

A dimensão cristológica do sacramento do matrimônio


Autor: Antonio Dias da Costa.
4º ano de Teologia - UNISAL

A dimensão cristológica do sacramento do matrimônio
O amor encontra sua perfeição na Revelação, é Deus que toma a iniciativa de comunicar-Se aos homens e amá-los, ou seja, o homem só o é, enquanto fruto do amor inesgotável de Deus.
A criação do homem é algo querido por Deus, para que este busque conhecê-Lo, conhecendo-O o ame com todas as suas forças, de toda sua alma e de todo o seu coração, abrindo-se para uma relação dialógica e amorosa com o Pai, em Jesus Cristo, por meio do seu Espírito Consolador.
Segundo Borobio:
A polarização cristológica supõe a cristologização sacramental (realizada em sentido estrito no sacramento cristão), e esta implica a plenitude referente e atualizadora do mistério de Cristo. Por isso mesmo cremos que se pode afirmar que o matrimônio cristão é “anamnese”, não só do amor de Cristo à Igreja, mas também da história de amor esponsal de Deus com seu povo, desde a mesma criação do mundo.[1]
A vida do casal não é algo solitário, mas a partir do momento que se unem em matrimônio adentram também na história da salvação, assumindo a aliança de Deus com o seu povo e com a humanidade inteira, participando efetivamente do mistério pascal de Cristo. Por conseguinte participam também da morte de Cristo na cruz, prova real do amor de Deus por cada ser humano. “Em Cristo o amor vence a morte, e esta vitória se manifesta na ressurreição. Em Cristo o amor se faz vida, dom e resposta para o amor matrimonial e universal”,[2] ou seja, o batizado vive imerso no mistério pascal de Cristo, logo, os cônjuges ao se unirem também vivem esta realidade mistérica, de modo sempre atual, por meio da união, do amor fidelíssimo e a entrega de Cristo na cruz por amor à humanidade.


[1] BORÓBIO, Dionísio. Matrimônio. In. A celebração na Igreja. V. 2. São Paulo: Loyola, 1993, p. 471-472.
[2] Ibid., p. 472.

O Matrimônio como sacramento da Igreja


Autor: Antonio Dias da Costa
4º Teologia - UNISAL
O Matrimônio como sacramento da Igreja
A Igreja foi percebendo que o matrimônio continha e contém toda uma estrutura sacramental, captando o “mistério” da “graça” de Deus que nele se faz presente. Ele é um sinal visível da doação realizada e do amor vivido na Encarnação do próprio Deus em Cristo. É Jesus, na verdade, “o sacramento” de Deus. A Igreja por sua vez, é sacramento de Cristo.
Neste sentido Borobio nos afirma:
O sacramento em sentido pleno não é o simples matrimônio natural, nem o mero matrimônio religioso, mas o matrimônio dos batizados crentes. Batismo, fé e pertença à Igreja não só são pressupostos externos para a sacramentalidade plena do matrimônio, mas fundamento de sua verdadeira qualificação cristã. A forma eclesial do matrimônio é aquela forma concreta (não absolutamente necessária, mas sim totalmente coerente e sempre desejável), na qual a fé, e o batismo e a pertença à Igreja fazem do matrimônio um verdadeiro e pleno sacramento.[1]
O homem iniciado na fé, por meio do batismo tem consciência de que não pode estar em plena comunhão se não participa efetivamente da comunidade eclesial, se não tem um compromisso vital com as situações mais urgentes da vida dos outros irmãos. Logo, ele está sempre em conexão e comunhão com outros irmãos de fé. Assim, o matrimônio é esta relação de compromisso entre os cônjuges, mas sempre em busca de evidenciar os valores do matrimônio como sinais visíveis da presença de Deus.
O Concílio Vaticano II na Lumen Gentium afirma:
E, porque a Igreja é em Cristo como que sacramento, isto é, sinal e instrumento, da união íntima com Deus e da unidade de todo o gênero humano, retomando o ensino dos concílios anteriores, propõe-se explicar com maior clareza aos fieis e ao mundo inteiro, a sua natureza e a missão universal.[2]
Logo, a celebração deste sacramento entre os batizados exprime para a humanidade a aliança de Deus com os homens, ao mesmo tempo, demonstra a sacramentalidade e a indissolubilidade como algo essencial para viver uma vida matrimonial, como sacramento da Igreja, como nos afirma o Papa João Paulo II na Familiaris Consortio:
Radicada na doação pessoal e total dos cônjuges e exigida pelo bem dos filhos, a indissolubilidade do matrimônio encontra a sua verdade no desígnio que Deus manifestou na Revelação: Ele quer e concede a indissolubilidade matrimonial como fruto, sinal e exigência do amor absolutamente fiel que Deus Pai manifesta pelo homem e que Cristo vive para com a Igreja.[3]
Quando os cônjuges estabelecem um pacto matrimonial é para todo o sempre, ou seja, é para a vida toda e por toda a vida, sendo fieis ao propósito e ao sacramento que receberam de Cristo por meio da Igreja, sinal visível do amor de Deus pela humanidade.
O matrimônio forma uma Igreja em “pequenas proporções”, ou seja, a Igreja doméstica. Assim, por meio das famílias formamos a Igreja universal. Assim, este sacramento é uma realidade partícipe da obra da salvação por meio de Jesus Cristo na história da humanidade, marcada no amor e pelo amor, portanto, os casais devem testemunhar ao mundo a pertença ao mistério da salvação, como nos assegura a Familiaris Consortio:
Os esposos são, portanto, para a Igreja o chamamento permanente daquilo que aconteceu sobre a cruz: são um para o outro, e para os filhos, testemunhas da salvação da qual o sacramento os faz participar. Deste acontecimento de salvação, o matrimônio, como cada sacramento, é memorial, atualização e profecia.[4]
Portanto, os esposos tendo recebido da Igreja este sacramento devem lutar constantemente para viverem numa reciprocidade do amor, da fidelidade e do testemunho capaz de levar para Deus todos aqueles que fazem parte deste núcleo familiar e os habitantes deste mundo.


[1] Ibid., p. 464.                                
[2] CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA Lumen Gentium sobre a Igreja. In: CONCÍLIO VATICANO II. 1962-1965. Vaticano II: mensagens, discursos, documentos. São Paulo: Paulus, 2007, nº 1, p. 102.
[3] JOÃO PAULO II. Exortação Apostólica Familiaris Consortio. São Paulo: Paulinas, 1981, n. 20, p. 37.
[4] Ibid., n. 13, p. 25.

ANIVERSÁRIOS DO TERÇO DOS HOMENS

DIOCESE DE GUARABIRA
Sábado, 03 de novembro
19:00h
Casserengue celebrará mais um aniversário do Terço dos Homens
A Catedral Nossa Senhora da Luz também celebrará nesta data.

Sábado, 24 de Novembro
É a vez de Logradouro celebrar seu aniversário do Terço

Sábado, 08 de dezembro
A comunidade São João Batista
em Solânea
Receberá a caravana do Terço dos Homens para mais um aniversário do Terço

domingo, 28 de outubro de 2012

10 CONSELHOS DE BENTO XVI AOS JOVENS


1º) Conversar com Deus: Abri o vosso coração a Deus. Deixai-vos surpreender por Cristo. Dai-lhe o direito de vos falar;

2ª) Contar-lhe as tristezas e alegrias: Apresentai as vossas alegrias e as vossas tristezas a Cristo, deixando que ele ilumine com a sua luz a vossa mente e toque com a sua graça o vosso coração;

3º) Não desconfiar de Cristo: Queridos jovens, a felicidade que buscais, a felicidade que tendes o direito de saborear, tem um nome, um rosto: o de Jesus de Nazaré, oculto na Eucaristia;

4º) Estar alegres e querer ser santos:  A Igreja necessita de santos. Todos somos chamados à santidade, e só os santos podem renovar a humanidade;

5º) Deus: tema de conversa com os amigos:  Queridos jovens, a Igreja necessita de autênticos testemunhos para a nova evangelização: homens e mulheres cuja vida tenha sido transformada pelo encontro com Jesus; homens e mulheres capazes de comunicar esta experiência aos outros;

6º) No Domingo, ir à Missa: Não vos deixeis dissuadir de participar na Eucaristia dominical e ajudai também os outros a descobri-la. Certamente, para que dela emane a alegria que necessitamos, devemos aprender a compreendê-la cada vez mais profundamente, devemos aprender a amá-la;

7º) Demonstrar que Deus não é triste: Quem descobriu Cristo deve levar os outros para ele. Uma grande alegria não se pode guardar para si mesmo. É necessário transmiti-la;

8º) Conhecer a fé: Ajudai os homens a descobrir a verdadeira estrela que nos indica o caminho: Jesus Cristo. Tratemos, nós mesmos, de conhecê-lo cada vez melhor para poder conduzir também os outros;

9º) Ajudar: ser útil: Se pensarmos e vivermos inseridos na comunhão com Cristo, os nossos olhos se abrem. Não nos conformaremos mais em viver preocupados somente conosco, mas veremos como e onde somos necessários;

10º) Ler a Bíblia: O segredo para ter um coração que entenda é edificar um coração capaz de escutar.

sábado, 27 de outubro de 2012

Retiro Jovem Talita Cum


Dezenas de adolescentes de nossa paróquia,
Estão participando (26 a 28 de outubro) do
2º Retiro Jovem Talita Cum
"JOVENS SENTINELAS DA MANHÃ!"
O retiro está acontecendo no Santuário Pe. Ibiapina no
Distrito de Santa Fé - Solânea-PB.

















quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Santo Antonio Santana Galvão

Celebramos hoje, 25 de outubro o dia de 
Santo Antonio Santana Galvão.
Frei Galvão, Antonio de Sant'Ana Galvão nasceu em 1739 na cidade de Guaratinguetá, Estado de S.Paulo, Brasil, nesta casa, hoje restaurada e pertencente a  seus descendentes, e é também museu Frei Galvão.


Frei Galvão  foi batizado, fez sua primeira eucaristia e rezou sua primeira missa na Matriz, hoje Catedral de Santo Antônio, próxima da casa onde nasceu. Ainda em vida era considerado santo, graças às suas virtudes, dons sobrenaturais e caridade para com os carentes. 

Frei Galvão viveu em um ambiente familiar que era profundamente religioso. Seu pai, Antônio Galvão de França, Capitão-mor, pertencia às Ordens Terceiras de São Francisco e do Carmo, era conhecido pela sua particular generosidade. A mãe, Isabel Leite de Barros, teve o privilégio de ser mãe de onze filhos e morreu com apenas 38 anos de idade com fama de uma dama de grande bondade.
O pai, querendo dar uma formação humana e cultural segundo suas possibilidades econômicas, mandou o Servo de Deus com a idade de 13 anos para Belém (Bahia) a fim de estudar no Seminário dos Padres Jesuítas, onde já se encontrava seu irmão José. Permaneceu durante 10 meses com os Jesuítas, mas o pai, preocupado com o clima anti-jesuítico provocado pela atuação do Marquês de Pombal, aconselhou Antônio a viver com os Frades Franciscanos,no convento em Taubaté. 
Aos 21 anos, no dia 15 de abril de 1760, Antônio ingressou no noviciado do Convento de S. Boaventura, na Vila de Macacu, no Rio de Janeiro. Durante o noviciado distinguiu-se pela piedade e pela prática das virtudes, Aos 16 de abril de 1761, fez a profissão solene e o juramento, segundo o uso dos Franciscanos, de se empenhar na defesa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora. Um ano depois da profissão religiosa, Frei Antônio foi admitido à ordenação sacerdotal, aos 11 de julho de 1762.
 O destino de Frei Galvão era São Paulo a quatrocentos quilômetros do Rio. Para lá se dirigiu o recém-ordenado padre, com pouco mais de 24 anos. Merece registro o que reportam os relatos da época: foi a pé! Aliás, sabe-se, com certeza, que fez este trajeto a pé pelo menos duas vezes durante sua vida. Era a forma que escolhia para ir evangelizando as populações ao longo do Rio Paraíba.

O mosteiro da Imaculada Conceição da Luz é um convento antigo, simples, mas muito bonito, de estilo arquitetônico colonial, seu arquiteto foi o próprio Frei Galvão. 
Foi fundado em 2 de fevereiro de 1774 por Frei Antonio de Sant'Anna Galvão e por Madre Helena do Espírito Santo. 

Origem das pílulas?

      Certo dia, Frei Galvão foi procurado por um senhor muito aflito, porque sua mulher estava em trabalho de parto e em perigo de perder a vida.
      Frei Galvão escreveu em três papelinhos o versículo do Ofício da Santíssima Virgem: Post partum Virgo Inviolata permansisti: Dei Genitrix intercede pro nobis (Depois do parto, ó Virgem, permaneceste intacta: Mãe de Deus, intercedei por nós).
      Deu-os ao homem, que por sua vez levou-os à esposa. A mulher ingeriu os papelinhos, que Frei Galvão enrolara como uma pílula, e a criança nasceu normalmente.      

Caso idêntico deu-se com um jovem que se estorcia com dores provocadas por cálculos visicais.
      Frei Galvão fez outras pílulas semelhantes e deu-as ao moço. Após ingerir os papelinhos, o jovem expeliu os cálculos e ficou curado.
      Esta foi a origem dos milagrosos papelinhos, que, desde então, foram muito procurados pelos devotos de Frei Galvão, e até hoje o Mosteiro fornece para pessoas que têm fé na intercessão de Servo de Deus.
A confecção das pílulas foi entregue
por Frei Galvão sómente à irmãs da
ordem da Imaculada Conceição.
A ordem da Imaculada é de vida comtemplativa, onde se vive o mistério de Cristo a partir da fé, oração constante e adoração ao Santíssimo Sacramento; da disponibilidade e do ocultamento silencioso. Além do sinal de separação do mundo, essencial à vida contemplativa, a clausura constitui uma opção de recolhimento, vivendo num despojamento e em amor a Cristo crucificado,
facilitando a ordem e a paz, a unidade
da pessoa ao encontro com Deus.
Frei Galvão não delegou a qualquer pessoa esse "sacramental“, mas sómente para as Irmãs de vida comtemplativa, porque mais
do que a simples confecção da pílula
está a vibração que a acompanha.
São pessoas purificadas pela força da oração no deserto de si mesmas e sintonização com Deus.

 Igreja de São José e Frei Galvão
No bairro Jardim do Vale. Local de visitas e orações. Data de 1998.
Guaratinguetá-SP
Primeira Igreja dedicada ao Santo.