segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Benção dos Cordeirinhos


Na festa de Santa Inês.

Como é tradição,  Bento XVI abençoou dois cordeirinhos cuja lã servirá para confeccionar o pálio que entregará aos arcebispos metropolitanos como sinal de comunhão com o sucessor de Pedro e da solicitude que devem ter como pastores que carregam a ovelha em seus ombros.
 Estes dois cordeiros são criados pelas religiosas de São Lourenço em Panisperna, de Roma, e são apresentados ao Papa pelos Canônicos Regulares de Latrão, que atendem espiritualmente a basílica de Santa Inês Fora dos Muros.

Antigamente, no Ocidente, o «pálio» era o nome de um ornamento próprio do Sumo Pontífice desde o século V. Passou a ser de uso ordinário para os arcebispos a partir do século IX.

O emblema de Santa Inês é um cordeiro, pela similaridade de seu nome (em latim, Agnes) com a palavra cordeiro (em latim, agnus).

Os dois cordeiros estavam enfeitados: um com flores brancas (simbolizando a virgindade de Santa Inês) e o outro com flores vermelhas (simbolizando seu martírio).

Depois, os cordeiros foram levados à Basílica de Santa Inês, na Via Normentana de Roma, onde está enterrada a santa, para serem criados pelos padres trapistas da Abadia das Três Fontes.

Os pálios serão confeccionados posteriormente pelas monjas beneditinas de Santa Cecília com a lã recém-tosquiada. Logo são colocados em um cofre sobre o túmulo de São Pedro na Basílica Vaticana, e na Missa da festa de São Pedro e São Paulo (29 de junho) são abençoados e entregues solenemente pelo Papa aos novos arcebispos nomeados durante o ano.

Fonte: http://www.zenit.org/article-17344?l=portuguese


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